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Luciêne Sampaio
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Dois velhinhos casados com idade em torno de 80 anos, começando a ter problemas de memória, vão ao médico para serem examinados.
O médico faz um check-up e diz aos velhinhos que não há nada de errado com eles, mas que seria bom ter um caderninho para anotar as coisas.
À noite, quando estão assistindo TV, o velhinho se levanta e a mulher pergunta:
- Aonde você vai?
- Na cozinha - responde ele.
- Você não quer me trazer uma bola de sorvete? - pede ela.
- Lógico ! - responde o marido solícito.
- Você não acha que seria bom escrever isso no caderno? - pergunta ela.
- Ah, vamos! - ironiza o velhinho - Eu vou me lembrar disso!
Então ela acrescenta:
- Então me coloca calda de morango por cima. Mas escreve para não ter perigo de esquecer.
- Eu lembro disso, você quer uma bola de sorvete com calda de morango.
- Ah! Aproveita e coloca um pouco de chantily em cima! - pede a vovó - Mas lembra do que o médico nos disse... escreve isso no caderno.
Irritado, o velhinho exclama:
- Ah, que saco! Eu já disse que vou me lembrar!
E em seguida vai para a cozinha. Depois de uns dez minutos ele volta trazendo um prato com biscoitos e um copo de leite.
A mulher olha para o prato e diz:
- Eu não disse que você iria esquecer? Cadê a torrada?
- Pai, como é que eu nasci ???
- Muito bem, tínhamos de ter esta conversa um dia !!!
O que aconteceu foi o seguinte:
Eu e a mamãe nos conhecemos e nos encontramos num Chat desses da Net, que existem para se conversar.
O papai marcou um encontro com a mamãe num Cybercafé e acabamos juntos no banheiro dele.
A seguir, a mamãe fez uns Downloads no Memory Stick do papai e quando estava tudo pronto para o Upload, descobrimos que não havia qualquer tipo de Firewall conosco.
Como era tarde demais para dar o Cancel, papai acabou fazendo o Upload de qualquer jeito com a mamãe e nove meses depois o Vírus apareceu.
Entendeu ??? Foi assim !!!
Um homem chega todo animadinho ao cartório, vestindo uma camisa do São Paulo e com um bebezinho no colo.
- Eu gostaria de registrar meu filho! - Diz, cheio de orgulho.
- Claro! - Responde o escrivão - Como ele vai se chamar?
- Eu quero que ele se chame Arquibancada do São Paulo.
O escrivão, bastante assustado, responde:
- Meu senhor, esse é um nome bem estranho para se dar a uma pessoa, não acha?
- Mas é o nome que eu escolhi. E eu sou o pai!
- Lamento... - argumenta o escrivão - Mas sou proibido, por lei, de botar um nome tão exótico numa criança.
- Isso é puro preconceito! - Berra o pai do bebê - Um amigo meu veio neste mesmo cartório, e colocou um nome do tipo "Arquibancada do São Paulo" no filho dele, sem ninguém questionar nada!
- Só pode ser um equívoco! Qual era exatamente o nome da criança?
E o sãopaulino responde, com ar de desprezo:
- Geraldo Santos!
Um dia uma senhora estava passando por uma avenida muito movimentada, e viu um homem que estava com uma garrafa de álcool na mão, prestes a espalhar pelo corpo todo, e ela se aproximou e disse:
- Meu jovem não faça isso com a sua vida.
- Minha senhora eu tenho muitas contas a pagar, se não pagar o meu aluguel até o meio-dia eu sou despejado, minha mulher já arrumou outro cara para morar com ela, meu filho com 10 anos está na FEBEM, o que a senhora quer que eu faça?
E a mulher muito generosa foi pedir ajuda para as pessoas que paravam no farol dessa avenida.
- Por favor ajude aquele cara. Ele está com uma garrafa de álcool na mão querendo se matar, pois o filho está preso, a mulher dele o abandonou, e o aluguel dele vence hoje meio-dia...
Depois de muitas tentativas ela retorna no lugar que o homem estava, e ele todo entusiasmado pergunta:
- O que a senhora conseguiu para mim?
E a mulher sem graça responde:
- 10 isqueiros, 30 caixas de fósforos, dois acendedores de fogão, e mais nada...
No primeiro dia de aula, a professora pergunta aos alunos:
- Joãozinho, qual é a profissao da sua mãe?
- Empregada de escritório, professora.
- E sua mãe, Chiquinho, o que ela faz?
- A minha mãe? A minha mãe é substituta.
- Desculpa, não entendi, Chiquinho!
- Substituta! - repete Chiquinho.
- Essa profissão não existe, Chiquinho. Por favor, explica o que sua mãe faz!
- Bem, ela fica numa esquina, aí vêm uns senhores que lhe dão dinheiro, ela entra com eles para um quarto do Hotel e, passados uns quinze minutos, os senhores saem apertando o cinto da calça...
- Mas Chiquinho, diz a professora espantada, a sua mãe não é "substituta", é "prostituta"!
- Não, não! Prostituta é a minha tia, que está doente. A mãe tá só cuidando do ponto dela...
Acusado de estupro, lá estava o réu, submetendo-se a julgamento. Entra a testemunha, um sujeito falador, sem meias nem peias, explícito demais para o caso delicado. O juiz recomendou:
- Por favor, senhor Policarpo, não vá me fazer passar vergonha e dar nomes aos bois. Vamos fazer o seguinte: o senhor procure se expressar através de sinônimos e metáforas, certo?
- Certo. Concordou o homem.
- Então vamos ao depoimento da testemunha. Sr. Policarpo do Aramado Carpim da Silva, o que o senhor presenciou exatamente na noite do ocorrido?
- Pois olhe, senhor Juiz, eu vi com esses olhos que a Terra há de comer, o réu, esse aí, agarrar a moça, aquela lá, e derrubar a dita no pasto. Tirou prá fora um sinônimo deste tamanho e meteu na pobre metáfora da mocinha...
A Loira chega no cabaleireiro pra cortar o cabelo com um Walkman (lembra? Antes do iPod?) na cabeça.
Vira pro Cabeleireiro e diz:
-Olha .. tem que cortar o cabelo mas não pode tirar o walkman da minha cabeça.
O cara não entendeu mas resolveu obedecer a cliente.
Mas lá pelo meio do serviço o walkman estava atrapalhando e ele resolveu tomar uma atitude. Foi lá e arrancou o walkman da cabeça da loira.
Minutos depois a mulher começou a se debater, mudar de cor, caiu da cadeira toda dura e morreu.
Feito o laudo do IML constatou-se: Parada Respiratória.
O cabeleireiro, muito intrigado, resolveu ouvir o que tinha na fita do walkman.
Qual não foi a surpresa quando ouviu que no aparelhinho uma fita repetia sem parar:
- INSPIRA... , EXPIRA..., INSPIRA..., EXPIRA..., INSPIRA..., EXPIRA...
Duas garotas muito bonitas, mas com um jeitão meio suspeito, conversam alto enquanto viajam no ônibus. Uma delas se queixa:
- Menina, a situação está preta. Nem sei mas o que fazer para arrumar grana!
- Ah, arruma um amante que lhe dê uns cinco mil reais por mês, oras!
- Ih, e pensa que é fácil? Já procurei, mas não encontrei nenhum!
- Então arruma dois que dêem dois mil e quinhentos cada um!
- Também já tentei, mas não tá fácil arranjar alguém que possa dar uma mesada dessa!
Nisso um sujeito que está só sacando a conversa, não perde a chance:
- Ei, psiu... Avisa quando chegar a cinqüenta reis, que eu estou disposto a fazer o sacrifício...
Um homem estava em coma há algum tempo. A mulher estava a cabeceira dele dia e noite. Um dia, o homem acorda. Faz sinal a mulher para se aproximar e sussurra-lhe:
- Durante todos estes anos estiveste ao meu lado. Quando perdi aquele grande emprego, estavas comigo. Quando montei aquela empresa que consumiu minha poupança e faliu em seis meses, estavas lá a apoiar-me. Quando perdemos a casa, no incêndio, com o seguro vencido há dois dias, ficaste perto de mim. E quando fiquei com todos estes problemas de saúde, que me perseguem há anos, acompanhaste-me sempre. Sabes que mais?
Os olhos da mulher encheram-se de lágrimas:
- Diz amor!
- Some da minha vida! Você me dá um azar danado!
O circo chegou na cidade. O dono pega o gorilão, sua grande estrela, e sai com o bicho amarrado fazendo o trabalho de divulgação. Visita redações de jornais, dá entrevista, distribui folhetos... No final do dia, cansado, ele resolve dar uma esticadinha até a melhor zona da cidade, com o gorila e tudo.
Após tomar uns chopps resolve seguir com uma garota para o quarto, mas primeiro certificou-se de que o gorila estava bem amarrado no pé da mesa, pra não ter nenhum problema.
Nisso, acaba a luz. Blecaute total e na escuridão a zona, que já não tem esse nome por acaso, vira a maior confusão.
De manhã, duas garotas da casa conversam, reclamando dos homens:
- Você nem imagina o cara que eu fiquei ontem. Velho, gordo, e grosso. Nem a bota ele tirou.
- Grosso?? Grosso era o meu!! Feio, peludo, fedorento e ainda veio arrastando uma mesa.