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Idosa morre atropelada por ônibus em THE
Ontem uma postagem feita no Blog Rio Acima, de Marcelo Migliaccio, no JBOnline, me chamou muito a atenção.
O blogueiro trazia à tona um dos célebres casos de Espiral do Silêncio, corrente 'contrária' à Teoria do Agendamento, Agenda Setting, dentro do Jornalismo.
A postagem mostrava que toda a mídia brasileira havia deixado de lado, 'esquecido' a tragédia ocorrida na cidade de Cocal, no norte do Piauí, quando a barragem Algodões I rompeu, matando sete pessoas e deixando várias famílias desabrigadas, para noticiar uma outra tragédia, o desaparecimento do Avião da Air France, com 228 pessoas na região do Arquipélago de Fernando de Noronha.
Veja abaixo a postagem completa e veja se o blogueiro tem razão ou não. Eu, concordo em gênero, número e grau.
(Daniel Silva)
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As coisas são engraçadas aqui no Brasil. Há mais de 70 horas só se fala no acidente com o avião da Air France, sem dúvida uma desgraça.
Mas, na semana passada (dia 27 de maio), a ruptura de uma barragem provocou uma tragédia no estado do Piauí. Alguém se lembra?
Ok, foram 12 mortos oficialmente, contra 228 no Airbus que mergulhou no Atlãntico, tudo bem.
Quase nada entretanto se viu de comoção, apesar dos relatos, um tanto escondidos pela nossa mídia, do horror que foi o tsunami piauiense. Levantamentos preliminares indicam 650 famílias atingidas e mais de 500 casas destruídas em Cocal e 150 em Buriti dos Lopes. Quatorze comunidades ficaram isoladas. Dez sumiram do mapa. Em algumas áreas, os alimentos, medicamentos e roupas só chegam por helicóptero.
Moradores relatam cenas de um filme de terror, com os 50 milhões de metros cúbicos de água destruindo quase tudo num raio de 80 quilômetros.
A enxurrada deixou Corsino dos Santos "no meio da água" com a mulher e a filha:
"Ora afundava, ora vinha à tona, até que Deus mandou uma árvore que aguentou um pouco mais", relatou o sobrevivente a uma rede de TV...
Corsino dos Santos, porém, não era um case de sucesso, não dirigia multinacional, nem passava férias na "cidade luz"...
As informações nos primeiros dias eram de 100 desaparecidos no Piauí. Foram achados? Não se sabe, só se fala das poltronas do Airbus boiando no Atlântico e do apoio que a companhia francesa está dando às famílias das vítimas (nada contra, claro).
E o mutirão das Forças Armadas para encontrar os restos do avião? Houve coisa parecida no Piauí? O ministro Nelson Jobim e o vice-presidente José Alencar estiveram nas cidades atingidas, a 280 quilômetros de Teresina? Não. Muito longe, talvez...
O ser humano é muito singular. Sua comoção tem endereço certo.
(Marcelo Migliaccio, JBOnline)
Fernando Fortes (63), irmão do Senador Heráclito Fortes (DEM-PI) morreu na noite desta quarta-feira em Brasília, onde morava. Fernando morreu vítima de falência múltipla dos órgãos no Hospital Santa Lúcia.
Fernando era funcionário da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf). O sepultamento será na capital federal.
O senado foi informado sobre o fato nos Estados Unidos, onde cumpre agenda. O sepultamento será no cemitério Campo da Esperança, em Brasília. O senador Mão Santa (PMDB) requereu note de pesar lamentando a morte do irmão do senador.
Lembram do roubo no escritório de um ex-deputado piauiense no ano passado? Na época, o fato não teve grande repercussão, até porque o valor do roubo divulgado (cerca de R$ 30 mil) não era tão relevante, levando-se em conta que se tratava de dinheiro de político.
Agora surgem novas informações em torno do caso. Um ladrão caiu por outro roubo e, de quebra, entregou o serviço. O dinheiro levado pela quadrilha foi a bagatela de R$ 1,3 milhão. Um bandido que participou do delito confessou em depoimento. Disse que o bando imaginava encontrar no cofre uma boa quantia, mas, não tanto assim. Um dos meliantes chegou a passar mal, quase sofrendo uma parada cardíaca, ao ver tanto dinheiro dentro do caixa-forte do escritório do deputado. O caso foi abafado porque o dinheiro era supostamente sujo. Vixe!...
Luís Borges
A barragem de Algodões I rompeu e causou uma das maiores tragédias que até mesmo a mídia nacional já noticiou do Piauí. E agora a pergunta que não quer calar? De quem é a responsabilidade? Foi Fatalidade? a culpa é do Governo do Piauí? Ou será da presidente da Emgerpi Lucile Moura que acumula várias funções? Se não sobra para o engenheiro que não pode sequer pisar na cidade de Cocal, por conta da ira da população. População essa que hoje se encontra devastada bem como a cidade sem "identidade literalmente," pós- tragédia que diga-se de passagem foi anunciada há um ano.
A resposta ainda é especulada, no entanto os piauienses não podem ficar sem a plenitude dela, doa a quem doer, afinal de contas pessoas morreram, famílias se desfizeram. A enxurrada levou não só vidas mas os sonhos de piauienses que ainda confiavam nas autoridades.
Dani Sá
Olá pessoal do canal 13 parabéns pelo sucesso!!! Estou a procura de uma pessoa chamada: SAMUEL MARTINS DE SOUZA COM MAIS OU MENOS 65 ANOS DE IDADE, Morou na década de 70 em PARNAÍBA E ATÉ ENTÃO ESTOU TENTANDO ENCONTRÁ-LA...Pelo amor de Deus me ajude...Pois se trata de meu PAI que não conheci, por ser uma criança na época...Se tiverem notícia desse senhor, por favor, me mandem um e-mail.
Luis Silva
e-mail: luisufba2006@yahoo.com.br
O corpo de bombeiros vai acabar interditando quase toda a capital de Teresina. Construções de 10 anos atrás não possuem projetos de combate a incêndio e pânico.
Os clubes que recebem públicos para eventos em Teresina, por exemplo, não estão aptos para atividade por não possuírem projetos de combate a incêndio e pânico exigido pelo Corpo de Bombeiros do Piauí.
O tvcanal13.com, percorreu três clubes de Teresina e constatou a ausência deste certificado e ainda a interdição de um deles. A resposta encontrada foi uma só: plano em fase de elaboração.
AABB
A Associação Atlética Banco do Brasil - AABB – é o um dos clubes mais antigos de Teresina e fundado no ano de 1953. Desde então o espaço ampliou somente a área aberta e hoje recebe festas com um pequeno número de pessoas.
Mesmo coma utilização da parte aberta, o clube possui um salão comumente utilizados para bailes e no local, se constata a ausência de extintores de incêndio.
De acordo com o presidente do clube, Marcos Cortez Rufino o local nunca foi interditado pelos bombeiros por conta da ausência de um Certificado de Regularidade. Ele afirma que uma vistoria foi feita pelo corpo de bombeiros no ano passado, onde o clube foi advertido para a realização de um projeto de combate a incêndio e evacuação, bem como a instalação do sistema de pára-raios, que não foi feito.
“O projeto está em elaboração. Ontem mesmo o engenheiro esteve aqui no clube tratando do projeto. Um projeto desses é caro e muitos clubes passam por dificuldades financeiras”, afirmou.
O presidente afirma que por conta dos altos custos os clubes não podem bancar um projeto e defende uma aproximação do corpo de bombeiros com os empresários do setor: “É preciso que o Corpo de Bombeiros reúna os proprietários de clube e explique o projeto”.
Marcos Rufino disse ainda que o plano de combate a incêndio e a instalação de sistema de pára-raios começará a ser executado quando forem iniciadas as obras de reforma do local.



Iate Clube
O Iate Clube de Teresina foi fundado em 1959 e hoje possui academia, piscina e salão para festas. O local também não possui o Certificado de Regularidade de combate a incêndio.
De acordo com o Diretor do Setor Náutico, o empresário Francisco Genuíno, o local funciona com um Alvará Provisório concedido pelo corpo de bombeiros. O documento permite o funcionamento do clube pelo período de um ano.
Segundo Francisco Genuíno, o prazo de um ano é concedido para que as modificações apontadas pelo corpo de bombeiros sejam feitas para que, mediante um projeto definitivo, seja emitido um alvará de funcionamento.
No local se observou a falta de extintores de incêndio pela área aberta. Já no salão de festas há a falta de sensores de incêndio.
“Nossa estrutura foi construída antes da exigência do Corpo de Bombeiros. São exigências novas que nós estamos nos adaptando. Precisamos instalar dois hidrantes no salão de festa e isso mexe com toda estrutura”, declarou.
Mesmo com esses problemas, Genuíno garante que no local há extintores de incêndio suficientes para combater algum problema do tipo. O diretor defende uma flexibilidade das exigências.
“No salão temos saídas de emergência, bem como as paredes contra o fogo, os hidrantes serão colocados. Nós acreditamos que poderiam ser mais flexíveis. Por exemplo, poderíamos colocar extintores no salão, mas já estamos elaborando o projeto”, afirmou o empresário.



Jockey Clube
Dos clubes visitados o Jockey Clube é o único que está interditado pelo Corpo de Bombeiros. A Interdição aconteceu no ano passado após vistoria que encontrou irregularidades no local.
De acordo com o presidente do espaço, Merval Júnior, o espaço está com o alvará de funcionamento suspenso até que as correções sejam feitas. O projeto de engenharia também está em fase de elaboração.
Pelo espaço também se percebe a falta de hidrantes e também de extintores, que segundo o presidente do local estão sendo providenciados.
“É um projeto caro e temos penado por conta da falta disso. Não temos realizado festas no clube por precaução”, afirma o presidente que disse ainda que até julho pretende finalizar o projeto para preitear um novo alvará.




