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Google decide cancelar programa que vende publicidade em jornais

21/01/2009 10:32h

NOVA YORK/LOS ANGELES (Reuters) - O Google cancelará um programa de venda de publicidade em jornais porque não está faturando o suficiente. A decisão representa um revés para os esforços da empresa de expandir sua expertise publicitária a outros meios.


O Google cancelará o programa Print Ads em 28 de fevereiro, anunciou a empresa em seu blog. O serviço, criado dois anos atrás, tinha por objetivo ajudar os jornais a ganhar dinheiro ao convencer anunciantes do Google a expandir suas atividades ao meio impresso.


"Não estávamos causando impacto nos jornais parceiros, como fonte de receita, de modo que decidimos concentrar nossos esforços em como realizar essa missão de maneira rápida e efetiva utilizando ferramentas online", disse Brandon McCormick, porta-voz do Google.


Os clientes do Print Ads que tiverem reservado campanhas podem continuar colocando anúncios até 31 de março, informou o Google em seu blog.


Para a empresa, que construiu sua fenomenal reputação com base em seu domínio dos negócios de publicidade online, encerrar o programa constitui um raro fracasso.

O Google e os jornais estão enfrentando um mercado publicitário desfavorável, exacerbado pela crise financeira mundial. A empresa, uma potência no mercado publicitário que vem expandindo seu alcance enquanto a mídia impressa tradicional perde terreno, anunciou na semana passada a demissão de 100 recrutadores de pessoal e o fechamento de três escritórios de engenharia.

As vendas de publicidade dos jornais em papel foram de 42,2 bilhões de dólares em 2007, ante um pico de 48,7 bilhões de dólares em 2000, de acordo com a Newspaper Association of America.

"Até mesmo uma empresa jornalística pura encontra dificuldades para sobreviver nesse mercado; para o Google, não existem oportunidades materiais de receita em curto prazo", disse Sandeep Aggarwal, analista da Collins Stewart que cobre o grupo.

Um porta-voz do Google não informou quanto dinheiro a empresa e seus parceiros jornalísticos esperavam ganhar com o programa Print Ads.

Crianças devem jogar online, diz estudo

29/11/2008 09:54h
Um estudo organizado pela MacArthur Foundation revela que games online e interação com outras pessoas na web trazem benefícios às crianças, ensinando-as como se portar socialmente e as ajudando a desenvolver habilidades técnicas básicas.

Conforme publicado no site SFGate, o projeto contradiz a idéia de muitos educadores e pais de que as crianças deveriam ser proibidas de interagir com a rede ou brincar com games multiplayer, que permitem a usuários de diferentes locais jogarem juntos.

De acordo com Mizuko Ito, um cientista do UC Irvine's Department of Informatics que liderou o estudo, as crianças que não têm acesso às diversões mais populares da web correm o risco de serem excluídas socialmente e de não desenvolverem algumas das habilidades básicas para sobreviver na era da Internet.

"Para a minoria das crianças, o uso ocasional das mídias sociais serviu como um trampolim para que eles ganhassem perícia tecnológica", afirmam os pesquisadores.

Existem casos de crianças que aprenderam a editar vídeos e a montar hardwares de computador perguntando aos amigos ou obtendo ajuda de pessoas que conheceram em grupos online, por exemplo.

E já que as chamadas "mídias sociais servem como inspiração para aprender, as escolas deveriam abandonar sua hostilidade e dar suporte às crianças quando elas quiserem aprender coisas mais sofisticadas do que simplesmente criar sua página no Facebook", diz o estudo.

Segundo o relatório, os pais mistificam a realidade digital porque isso não existia em suas infâncias. "Mas impedir as crianças de usar a rede elimina uma importante atividade social e recreacional, e poderia levá-los à ignorância sobre como interagir não somente em sua juventude, mas também potencialmente em sua vida profissional", explicam os pesquisadores.

A pesquisa, chamada Digital Youth Project (algo como Projeto Juventude Digital), teve início em 2005 e conta com entrevistas de 800 crianças, além das cinco mil horas de observação da atividade online dos adolescentes.

Animação sem computadores? Loucura de artista

28/11/2008 09:53h
A mais ou menos cinco mil quilômetros das imagens de Feliz, Mestre e Dunga que enfeitam as paredes dos estúdios da Disney em Burbank, o animador Bill Plympton mantém um escritório em um daqueles edifícios comerciais tão comuns na região centro-sul de Manhattan, construções anônimas cujos escritórios ficam protegidos por trás de portas de metal cinzento que nada revelam sobre o que existe do lado de dentro. 

Por trás dessas portas poderia existir qualquer coisa, de distribuidoras de aspiradores de pó a cartéis internacionais de drogas. Mas que diferença faz? Coisas muito mais fantásticas que isso acontecem no estúdio de Plympton: casamentos alienígenas. Pêlos de nariz compridos como o Nilo. Cachorros que sonham com hidrantes. E cinema feito a lápis. Muito lápis.

Enquanto Bolt e Madagascar Escape 2 Africa continuam a ocupar as salas de exibição e Wall-E parece destinado a conquistar um Oscar de animação (e talvez até uma indicação a Oscar de melhor filme), o segmento de filmes animados parece ser uma das apostas mais seguras de Hollywood para uma vida longa e feliz - e a animação em 3D pode ser o último motivo para que as pessoas se disponham a tirar o nariz de casa em meio à crise. A tecnologia de computação por trás de tudo isso pode ser comparada à da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa). Os roteiros, quer envolvam cachorros iludidos, leões neuróticos ou pandas praticantes de artes marciais, não costumam diferir muito uns dos outros.

Mas apesar do espírito de fantasia aloprada que influencia a maior parte dos desenhos animados norte-americanos, existem insurgentes que continuam a produzir animações para adultos. Nem todos esses trabalhos são desenhados a mão; alguns combinam filmes convencionais e animação, e outros são realizados com software Flash ou PowerPoint. Plympton, o mais conhecido dos animadores desse grupo, cujos filmes incluem os longas The Tune e I Married a Strange Person e, mais recentemente, o curta Hot Dog, continua a usar a técnica que Walt Disney empregava em 1936.

"Eu diria que foram precisos 25 mil desenhos para Idiots & Angels, ele disse sobre seu longa mais recente, sobre um homem malévolo que subitamente desenvolve asas que o obrigam a fazer o bem. "Faço cerca de 100 desenhos por dia, ou 10 por hora, e se eu conseguir manter esse ritmo, tenho um longa em 250 ou 300 dias". É "uma coisa zen", ele diz.

"Você tem de manter a concentração. Não pode responder e-mails ou atender o telefone. Levanto-me às seis da manhã, não tomo banho ou me barbeio: já começo a desenhar. É como uma viagem. Já ouvi dizer que os romancistas fazem o mesmo. Passam um ano ou sei lá quanto completamente concentrados, e depois disso simplesmente desabam por duas ou três semanas. Dormem. Ou bebem".

Há artistas que adotam técnicas diferentes. Henry Selick, de Tim Burton's The Nightmare Before Christmas, no momento trabalha com animação de bonecos de massa, o trabalhoso processo utilizado para personagens como Gumby ou Wallace e Gromit. Seu novo trabalho, Coraline, deve ser lançado em fevereiro.

"É um trabalho literalmente braçal", diz Selick, quando pergunto o que o motiva a usar bonecos de massa e objetos reais, em lugar de imagens geradas em computador, que se tornaram onipresentes. "Para mim, é isso". Outros, como Don Hertzfeldt, Signe Baumane e Plympton, desenham tudo a mão. Mas seus temas nada têm de infantis: sexo e arrependimento (A Letter to Colleen, de Andy e Carolyn London); um império de pássaros fascistas que conquista uma Londres mecânica (Bathtime in Clerkenwell e Last Time in Clerkenwell,de Alex Budovsky); uma adolescente petrificada pela gravidez (Birth, de Baumane). Ou as agonias do plástico-bolha à espera do estouro inevitável (Fantaisie in Bubblewrap, de Arthur Metcalf).

Toca-MP3 para namorados cria pacto de fidelidade musical

16/11/2008 10:39h

Um aparelho formado por dois toca-MP3 pode substituir de uma maneira criativa as alianças e também pingentes de coração usados por casais namorados. O eletrônico, ainda um projeto, permite que os usuários armazenem exatamente as mesmas músicas nas duas peças. Quando separadas, elas tocam as mesmas canções, criando assim uma espécie de pacto de fidelidade musical.

 

“O tocador precisa ser dividido ao meio, para começar a funcionar. Os usuários devem então transferir os arquivos para cada aparelho usando uma mesma lista on-line, que só funciona quando os dois MP3 estão conectados simultaneamente ao programa”, explicou a designer Liberty Fearns, responsável pela criação do projeto Twinned MP3, segundo o site “Yanko”.

 

O objetivo é fazer com que os tocadores tenham sempre as mesmas músicas armazenadas. “Os usuários vão construindo a trilha sonora de seu relacionamento”, continuou. Ainda não há previsão de comercialização e preço do tocador.

Fonte G1 

Google será julgado na Itália por vídeo de criança com síndrome de Down

06/11/2008 16:32h
A Procuradoria de Milão levará a julgamento quatro diretores do Google na Itália e Europa por difamação e violação da intimidade. Eles são acusados de permitir a inclusão no site Google Vídeo, há dois anos, de cenas que mostravam adolescentes zombando de um menino com síndrome de Down. 

O julgamento começará em 3 de fevereiro, e levará ao tribunal David Carl Drummond, presidente do Conselho de administração do Google Itália; George Dos Reis, membro do mesmo conselho; Peter Fleitcher, responsável por Privacidade para a Europa do grupo; e Arvind Desikan, que cuida do projeto Google Vídeo no continente.

Para os promotores do caso, Alfredo Robledo e Francesco Caiani, os quatro acusados "tinham o dever jurídico de impedir que se adicionasse o vídeo", assim como de "informar os usuários sobre a lei da intimidade" vigente no país.

Criminosos usam informações da web para ameaçar internautas

28/10/2008 10:28h

Atentos às informações pessoais disponíveis na internet, criminosos passaram a usar esses dados para ameaçar internautas. Ao conseguir obter informações sobre rotina, família e amigos, os golpistas podem constranger e também aterrorizar seu alvo. As informações usadas como ferramenta para esse tipo de golpe podem ser obtidas em redes sociais, em outros tipos de sites ou até mesmo após a invasão do computador da vítima.


Uma delegacia em Curitiba é especializada em crimes cometidos pela internet. As investigações são lentas e difíceis, porque do outro lado da rede existe alguém que sabe como se esconder e despistar. “Você não tem como saber se ele pretende simplesmente aterrorizar, causar constrangimento ou se ele quer agredir, quer se aproximar e tentar uma violência ou até matar a vítima”, afirma o delegado Demétrius Oliveira.

 Vítima desse golpe, um homem que usa a internet como ferramenta de trabalho diz que nunca freqüentou páginas de relacionamento ou salas de bate-papo. Mesmo assim, passou a receber mensagens de alguém que parecia conhecer cada passo que ele dava. "Comecei a receber alguns e-mails, dizendo: 'Ó, esteve em São Paulo, como foi lá?'", lembra. Logo vieram as ameaças. “O problema é que começou a envolver família, com ameaças de que algo aconteceria ao meu filho no dia seguinte”, conta.

Em uma mensagem enviada a um grupo de empresários, uma quadrilha prometeu seqüestrar um deles. Dizia estar perseguindo o grupo e conhecer a rotina de cada um. Depois os criminosos exigiram dinheiro para não cumprir as ameaças.

Em outro caso, o computador de uma mulher foi invadido. Informações pessoais se tornaram uma arma contra ela e as amigas. “Ameaça de morte, de estupro, de violência, diziam que iam me violentar, ameaça de assalto”, diz. “Temos uma grande suspeita, mas não temos como provar. Espero que provem, que eles paguem pelo que estão fazendo e espero ter minha vida de volta”, continua.

O delegado dá dicas para que os internautas não sejam vítimas desse tipo de golpes. “O ideal é que evidentemente se evite passar muitas informações pessoais, fornecendo endereços e aspectos íntimos e de familiares que possam subsidiar um criminoso na coleta de informações.”

Silício negro pode mudar fotografia digital e visão noturna

14/10/2008 10:03h
Com a descoberta acidental do chamado "silício negro", físicos de Harbard podem ter mudado para sempre as indústrias de fotografia digital, energia solar e visão noturna. Daí você pergunta: "que raios é silício negro"? Bom, é exatamente isto que parece. Silício. Negro. O que importa é o que este novo material revolucionário faz, começando pela sensibilidade à luz.

Os primeiros testes mostram que o silício negro é 100 a 500 vezes mais sensível à luz do que uma bolacha de silício tradicional. Para criar o silício especial, o físico Eric Mazur, de Harvard, emitiu um feixe superpoderoso de laser sobre uma bolacha de silício.

A potência do laser por alguns instantes iguala toda a energia produzida pelo Sol sobre toda a superfície da Terra em determinado momento. Para dar um saborzinho ao experimento, ele também aplicou hexafluoreto de enxofre, um gás usado pela indústria de semicondutores para fazer marcações no silício para os circuitos. É sério, não tinha o menor motivo pra fazer isso, ele só fez por diversão e para obter mais recursos para um antigo projeto.

"Fiquei cansado dos metais e estava achando que a fonte de recursos do Exército secaria", disse ele. "Eu inseri o novo direcionamento do projeto em uma proposta de pesquisa sem pensar muito sobre o assunto - só escrevi, nem sei o porquê", confessou.

O novo experimento tornou o silício todo escuro ao olho nu. No entanto, sob um microscópio eletrônico, o reflexo escuro revelou que na verdade são milhares ou mesmo milhões de minúsculas pontas. Como dissemos acima, estas pontas tinha um efeito surpreendente na sensibilidade à luz da bolacha.

Mazur disse que o material também absorve mais ou menos metade da luz visível que o silício tradicional e é capaz de detectar luz infravermelha, que é invisível aos atuais detectores de silício.

E não há nenhuma mudança no processo de manufatura, disse Mazur, portanto as fábricas atuais de semicondutores podem criar silício negro sem muito esforço adicional ou - o que é mais importante - investimento de dinheiro.

Brasileiro diminui tempo de 'vadiagem' na web durante trabalho, diz pesquisa

09/10/2008 12:43h

O tempo de navegação na internet usado para atividades pessoais durante o trabalho diminuiu entre usuários brasileiros em 2008, segundo pesquisa da Websense divulgada nesta quarta (8).

O estudo indica que cada funcionário passa, em média, 51 minutos por dia visitando sites não relacionados ao trabalho, em comparação com os 71 minutos da pesquisa anterior, divulgada em 2007.

A média também caiu na América Latina. O tempo gasto por cada funcionário hoje, segundo a Websense, é de 60,3 minutos por dia, contra os 87 minutos em 2007.

Para Fernando Fontão, engenheiro sênior de sistemas da Websense para a América Latina, a redução no tempo de navegação "pessoal" pode ter sido causada por diversos fatores, incluindo a transparência entre patrão e funcionário. “As empresas podem ter percebido que barrar todos os acessos não é a melhor solução. A navegação pessoal, porém segura, através de política de cotas de tempo, satisfaz os funcionários e os torna mais produtivos", explica.

Entre os sites mais acessados estão serviços bancários e portais governamentais, com 74% da preferência. Em segundo lugar aparecem sites de notícias e, em terceiro, serviços de e-mail pessoal.

O estudo da Websense foi realizado a partir de entrevistas com companhias de Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e da América Central. Foram realizadas 100 entrevistas em cada país, com divisão entre funcionários e gerentes.

 

 

Falta de regras para propaganda estimula 'anticampanha' no Orkut

21/09/2008 12:22h

Sem um regulamento definido sobre campanhas na internet e diante de punições por propaganda eleitoral no Orkut em diversos estados, prevalecem no site de relacionamentos as comunidades que, em vez de apoiar, são críticas a candidatos à Prefeitura de São Paulo.

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) não tem regra definida sobre campanha no Orkut, mas, em dois acórdãos, decidiu que é proibido pedir votos e mencionar número do candidato ou do partido no site de relacionamentos.

No entanto, não há definição a respeito da manifestação de apoio ao político de preferência do internauta ou de crítica a algum do qual não goste, segundo o desembargador Walter de Almeida Guilherme, vice-presidente e corregedor regional eleitoral do TRE-SP.

Em entrevista por e-mail ao G1, o desembargador afirmou que os casos teriam de ser analisados individualmente. "Não há previsão legal específica. Depende de caso concreto", respondeu.
 
Comunidades

Em uma pesquisa no Orkut com os nomes dos concorrentes em São Paulo, as maiores comunidades - com mais de 3 mil integrantes - que aparecem são contrárias aos candidatos.

São comunidades criadas a partir de 2004, mas com fóruns atuais, que comentam as pesquisas, debates e entrevistas concedidas pelos candidatos.

A comunidade "Odeio a Marta Suplicy", com mais de 5 mil integrantes, foi criada em 12 de maio de 2004, mas tem tópicos recentes sobre a atuação da ex-prefeita.

Dono da comunidade, o estudante Fernando Nahate Jardim, de 20 anos, diz que recebeu diversos pedidos de adesão nos últimos meses em razão da proximidade da eleição. Ele afirmou não ser filiado a nenhum partido e disse que queria discutir o trabalho de Marta Suplicy na prefeitura e no Ministério do Turismo.

"Eu não odeio a pessoa Marta, mas o trabalho que ela fez em São Paulo e o que fez no ministério. (...) Dificilmente as pessoas abrem tópico para elogiar, é mais para discutir alguma coisa", disse. Segundo Jardim, ele aceita comentários de pessoas que defendem a petista e veta frases ofensivas à candidata.

As comunidades "Eu odeio Geraldo Alckmin", com mais de 3 mil integrantes, e "São Paulo odeia Paulo Maluf", com mais de 10 mil membros, embora criadas em 2004, também contam com fóruns atuais relacionados ao pleito de outubro.

As comunidades que se referem aos demais candidatos à Prefeitura de São Paulo tinham, até a semana passada, menos de mil integrantes.

Campanhas

O deputado federal Edson Aparecido (PSDB), que coordena a campanha de Alckmin, disse que não há comunidades favoráveis aos candidatos por conta da restrição da legislação eleitoral.

"Nós tínhamos um perfil de 360 mil pessoas que a Justiça determinou que retirasse. (...) Isso é um atraso porque o Orkut é uma maneira moderna, contemporânea, de fazer campanha."

Para ele, há uma grande probabilidade de os adversários comandarem as comunidades contrárias ao candidato tucano.

Mário Moisés, um dos coordenadores da campanha de Marta Suplicy, disse ver com naturalidade as comunidades contrárias: "É uma questão de expressão".

"Muitas vezes o Orkut pode ser usado por adversários políticos para fazer o que se chama de anticampanha. Mas nossa campanha está na rua, nas casas, na televisão e não usando desses instrumentos [anticampanha]", afirmou Moisés.

Regras


Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autoriza campanha eleitoral apenas na página própria do candidato ou de seu partido, mas não deixa claro se é permitido ou proibido utilizar ferramentas como blogs e sites de relacionamento.
Levantamento do G1 nos 26 estados indica que, em pelo menos sete, a Justiça Eleitoral estabeleceu regras próprias ao julgar casos envolvendo o uso da internet por candidatos: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Ceará e Santa Catarina.

 

Jovem é preso por se passar por líder religioso no Orkut

09/09/2008 08:42h

Um jovem indiano foi preso por criar um perfil no Orkut se passando pelo líder político e religioso Mahatma Gandhi, assassinado em 1948.

De acordo com o jornal 'Express India', o jovem, morador de Uttar Pradesh, teria postado mensagens ofensivas em uma comunidade sobre o líder do movimento de independência da Índia.

Outros 18 suspeitos foram detidos em operação comandada pelo departamento de investigação contra crimes cibernéticos. Segundo reportagem do jornal indiano, a polícia ainda está à procura de outros suspeitos.

A polícia indiana recebeu as primeiras denúncias sobre uma onda de ataques à imagem do principal defensor da chamada desobediência civil na rede social do Google. Ao lado do Brasil, a Índia é um dos países de maior presença no Orkut.


Verdes Campos Sat
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