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Luciêne Sampaio
Opinião TV Canal 13
Coluna do JH
Tecnologia & Web
A fabricante de acessórios Belkin anunciou nesta sexta-feira (23) que alguns equipamentos que são usados como suporte para iPod e iPhone em carros correm o risco de pegar fogo. Por isso, a empresa vai fazer o recall (recolhimento) de algumas séries dos produtos TuneBase Direct com Hands-Free, TuneBase FM com Hands-Free e TuneBase FM com ClearScan.
A empresa diz que o recall é global, mas, procurada pelo R7, a unidade brasileira não soube responder se o problema afeta também os produtos vendidos no Brasil. Os itens foram comprados pelos consumidores entre 1º de abril e 30 de outubro de 2009.
Um componente desses suportes pode gerar um curto-circuito quando é ligado ao isqueiro do carro, com potencial risco de incêndio e fumaça. A empresa diz que ainda não foram registrados acidentes por causa desse problema.
Donos desses aparelhos devem entrar em contato com a empresa por meio deste link. As séries afetadas são: F8Z441; F8Z442; F8Z176 ; F8Z441ea; F8Z442ea; F8Z176eaBLK
R7.COM
Depois de David Bowie, Iggy Pop e a banda Blur, agora é a vez de a banda Queen ser transformada em brinquedo para aparecer no game musical “Lego rock band”. Além de aparecer no jogo que será lançado em novembro, o grupo inglês emprestas suas músicas de maior sucesso para que os jogadores “toquem” no game.
“Lego rock band” é um jogo musical que, ao lado de “Rock band” e “Guitar hero”, permite que até quatro pessoas montem uma banda e toquem músicas de artistas famosos, utilizando controles que imitam instrumentos musicais de verdade como guitarra e bateria. Na franquia "Lego", o game é mais fácil do que na versão original, permitindo que qualquer pessoa ou criança possa tocar as canções.
Entre as bandas que têm canções no jogo estão Blink-182, Jackson 5, Bon Jovi e The Police. Ao todo, 45 músicas estarão no jogo sem contar com as disponíveis para compra por meio de download.
G1
O Twitter – serviço de microblog que permite troca de mensagens com até 140 caracteres – colocou no ar um botão responsável por denunciar perfis como spam.
O recurso fica na parte lateral direita de cada perfil e quando alguém deseja fazer uma denúncia, basta clicar na opção “report for spam” (reportar como spam). O objetivo do site é diminuir a quantidade de perfis falsos, com conteúdos eróticos ou que se passam por usuários comuns para disseminar mensagens com links maliciosos e propaganda em massa.
Assim que o internauta denuncia um determinado perfil, este ficará bloqueado para o denunciante, ou seja, quem faz a denúncia não receberá mensagens e nem será seguido pelo perfil acusado.
No blog oficial do serviço, há um texto que explica parte do funcionamento das denúncias. A mensagem diz que o Twitter terá uma equipe de responsáveis por receber e analisar as reclamações, mas nenhum perfil será bloqueado ou deletado automaticamente após ser classificado como spam pelos usuários.
Somente o acesso ao perfil pelo site do Twitter mostra o botão de denúncia. A direção da rede social disse que se trata de uma primeira fase de várias outras ações a serem tomadas para melhorar o serviço. As próximas etapas devem acontecer de acordo com o comportamento das pessoas em relação às atuais novidades.
R7.COM
Uma britânica encontrou seu filho depois de 27 anos graças a um perfil dele no site de relacionamento social Facebook, encontrado por sua irmã.
Avril Grube, 62 anos, vive em Poole, Dorset. Ela afirma que obteve a custódia de seu filho, Gavin Paros, depois do fim de seu casamento com um húngaro, em 1982.O pai, entretanto, levou o filho para a Hungria no mesmo ano, e Grube não o via desde então.
Grube e sua irmã, Beryl Wilson, 59 anos, que vive em Liverpool, passaram anos tentando encontrar Paros, até mesmo entrando em contato com a Embaixada da Hungria e levando o caso para a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher."Adoraria se Gavin viesse morar na Grã-Bretanha", afirmou Grube, que estava internada em um hospital de Dorset há uma semana.
"(O pai) tinha direito de visitar o filho, ele disse que iria ao zoológico ou algo assim, e quando ele não voltou, descobrimos que ele tinha levado (Gavin Paros) para a Hungria", disse Beryl Wilson."Minha irmã ficou muito mal, teve problemas de saúde. Tentei de tudo... mas ninguém queria saber", acrescentou.
Em março, Wilson digitou o nome do sobrinho em uma página de buscas na internet e encontrou seu perfil na página do Facebook, que mostrava corretamente que ele tinha nascido em Liverpool, além de dar o nome de sua mãe, Avril Grube."Fiquei tão aliviada, levou 27 anos, mas nunca desisti", disse a irmã de Grube.
Gavin Paros não tinha acessado seu perfil desde outubro de 2008 e não respondeu aos primeiros emails enviados, mas depois que Wilson enviou mensagens para os filhos dele, ele acabou respondendo aos emails enviados da Grã-Bretanha.Beryl Wilson conta que a irmã "ligou para o filho num domingo e conversou com ele, com a ajuda de um intérprete"."No Natal minha irmã teve um derrame, ela sofre de angina, diabetes e sangramentos nasais crônicos... mas é muito importante que agora ela passe um tempo com o filho, pois ela não está bem de saúde", disse Wilson.
Gavin Paros, que trabalha no setor de construção e completará 30 anos no sábado, é casado e pai de três filhos. Ele também tinha tentado encontrar sua família nos últimos cinco anos.
Autoridades iranianas bloquearam o acesso ao site Facebook, ao qual um candidato da oposição recorreu, a poucos dias das eleições presidenciais, anunciou neste sábado (23) a agência de notícias ILNA, ligada aos reformistas.
"O acesso ao Facebook foi proibido a poucos dias das eleições presidenciais (de 12 de junho). De acordo com alguns internautas, a página foi proibida porque os partidários do candidato Mir Hosein Musavi recorreram ao Facebook para difundir as posições do candidato", indicou a agência.
O ex-primeiro-ministro Mir Hosein Musavi tem o apoio do ex-presidente reformista Mohamad Khatami e dos principais partidos reformistas iranianos.
Seu perfil no Facebook tem 5.200 "amigos", ou partidários.
Ele é considerado o principal rival do presidente conservador Mahmud Ahmadinejad, que tenta chegar ao segundo mandato de quatro anos.
Um funcionário de uma empresa provedora de internet, que pediu para não ser identificado, confirmou a informação e disse que o Ministério das Comunicações e da Tecnologia da Informação "anunciou a decisão".
G1
Cinco anos após ter quase 50 fotos íntimas suas divulgadas no Orkut, uma mulher ganhou na Justiça de São Paulo o direito de receber uma indenização de R$ 50 mil do ex-namorado. O juiz do caso condenou o ex-colega de curso da vítima, que estou com ela na Universidade de São Paulo (USP), por danos morais.
De acordo com a sentença, proferida em abril deste ano, dois após o fim do relacionamento, em 2003, o homem publicou no site de relacionamentos imagens da ex-professora em que ela aparece nua e praticando sexo oral, junto com o seu nome e o telefone.
Como a decisão foi dada em primeira instância, ele decidiu recorrer e seu advogado entrou com recurso. A defesa do homem alega que ele não foi o responsável pela divulgação das fotos na internet e que as provas produzidas não demonstraram sua responsabilidade.
Hoje com 30 anos, a mulher afirma que esconde da maioria das pessoas o próprio nome e que também desistiu da profissão. "Coloquei meu diploma embaixo do colchão para não amassar e perdi o contato com a maioria das pessoas que conhecia", diz ela.
Ela conta que perdeu o emprego de professora em um cursinho pré-vestibular 15 dias após a publicação das fotos. "Passei a receber uma enxurrada de recados pessoais e telefonemas de pessoas que me confundiram com uma garota de programa", afirma.
Fluente em inglês e com curso superior, a mulher diz ter ficado dois meses desempregada. "Consegui um emprego em um colégio de classe média alta onde trabalhei por dois anos, mas certo dia um aluno de 13 anos descobriu as imagens e tudo veio à tona novamente. No dia seguinte, me chamaram para uma reunião e me disseram: você terá condições psicológicas de continuar dando aula? E eu acabei saindo. Em solidariedade, uma amiga também saiu", conta.
A ex-aluna da USP conta que decidiu mudar de ramo quando perdeu o emprego de professora pela segunda vez. A partir daí, se tornou atendente de telemarketing bilíngüe. Para não correr mais riscos, falava ao telefone sob o codinome Melissa. "O salário era metade do que ganhava como professora", diz. Atualmente no quarto emprego, na área administrativa de uma empresa, ela afirma que faz análise terapêutica para se recuperar dos traumas.
Confiança
O drama da ex-professora começou em 2000, quando a mulher e seu então colega de curso começaram a namorar. Os dois mantiveram relacionamento de três anos. Ela diz que as fotos foram feitas em um momento de paixão entre os dois. "Eu amava e confiava nele. Achava que iríamos nos casar", afirmou.
Mas seu parceiro não se conformou com o fim do relacionamento, conta a mulher. "Ele ficou decepcionado, foi embora e ficamos um ano e meio sem nos ver. Fiquei feliz ao saber que ele foi para a Espanha e que havia se casado. Pouco depois ele mandou um recado para minha página. Dizia: 'olha só o que eu fiz'."
A mulher alega que o ex-namorado clonou o perfil dela no Orkut e adicionou as fotos íntimas do casal. O material foi rapidamente copiado para outros endereços e uma das fotos chegou a ser capa de uma revista pornográfica no exterior, segundo ela.
De acordo com a ex-professora, a divulgação das fotos provocou muitos constrangimentos. Os colegas de trabalho e da escola viram as imagens e ela diz que teve de se afastar dos ambientes que construía cada vez que era identificada.
O drama continua porque, segundo ela. Embora os provedores tirem o material do ar, usuários voltam a inserí-lo periodicamente. "Temos de fazer o pedido para retirar as imagens constantemente. A gente se sente impotente diante de uma situação como essa", afirmou o advogado dela.
A ex-aluna da USP conta que uma vez estava no supermercado com a amiga quando encontrou um amigo de infância. Ele disse que viu as fotos dela na internet, o que bastou para ela encerrar a conversa de forma ríspida. "Isso não é coisa para você me dizer", disse para ele.
Ela conta que foi com a sua mãe procurar a Justiça no primeiro dia após a divulgação das fotos. "Eu quis processar porque não queria fazer justiça com as próprias mãos", disse a ex-professora.
A defesa do ex-namorado alega que ele não foi o responsável pela divulgação das fotos. "Todas as provas produzidas, inclusive a prova pericial técnica, não demonstraram a responsabilidade, e a sentença foi calcada em mera presunção de que o réu seria o único possuidor das fotos", disse o advogado do homem. Ele afirma que caberá à mulher comprovar a responsabilidade de seu cliente.
G1
A Microsoft informou nesta quarta-feira (6) que vai fazer demissões de funcionários no Brasil, em "consequência do cenário econômico mundial". Segundo a empresa, que não revela números absolutos, o corte não chega a 5% de sua força de trabalho no país, onde emprega 570 pessoas.
Em nota, a companhia diz que as demissões, classificadas como "um pequeno ajuste", fazem parte do "plano global de redução de custos e aumento de eficiência operacional".
Em janeiro, a Microsoft anunciou a demissão de 5.000 funcionários no mundo, o que representa cerca de 5% de seu quadro de pessoal 1.400 foram mandadas embora na época, mas ontem foi iniciada uma segunda rodada de demissões, que deve atingir cerca de 3.000 pessoas.
A primeira informação, divulgada em janeiro, era de que os cortes não afetariam o Brasil, o que acabou não se concretizando. "Estamos mais próximos, porém não terminamos o plano de eliminar 5.000 postos de trabalho até junho de 2010", afirmou Steve Ballmer, executivo-chefe da empresa, em e-mail aos funcionários.
No primeiro trimestre deste ano, a Microsoft registrou uma queda de 32% de seu lucro líquido trimestral, em um resultado total de US$ 2,98 bilhões. A queda foi acompanhada por um retrocesso em seu volume de negócios, que ficou muito abaixo das expectativas dos analistas. Trata-se da primeira queda registrada em 23 anos.
Folha On Line