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Cinco anos após ter quase 50 fotos íntimas suas divulgadas no Orkut, uma mulher ganhou na Justiça de São Paulo o direito de receber uma indenização de R$ 50 mil do ex-namorado. O juiz do caso condenou o ex-colega de curso da vítima, que estou com ela na Universidade de São Paulo (USP), por danos morais.
De acordo com a sentença, proferida em abril deste ano, dois após o fim do relacionamento, em 2003, o homem publicou no site de relacionamentos imagens da ex-professora em que ela aparece nua e praticando sexo oral, junto com o seu nome e o telefone.
Como a decisão foi dada em primeira instância, ele decidiu recorrer e seu advogado entrou com recurso. A defesa do homem alega que ele não foi o responsável pela divulgação das fotos na internet e que as provas produzidas não demonstraram sua responsabilidade.
Hoje com 30 anos, a mulher afirma que esconde da maioria das pessoas o próprio nome e que também desistiu da profissão. "Coloquei meu diploma embaixo do colchão para não amassar e perdi o contato com a maioria das pessoas que conhecia", diz ela.
Ela conta que perdeu o emprego de professora em um cursinho pré-vestibular 15 dias após a publicação das fotos. "Passei a receber uma enxurrada de recados pessoais e telefonemas de pessoas que me confundiram com uma garota de programa", afirma.
Fluente em inglês e com curso superior, a mulher diz ter ficado dois meses desempregada. "Consegui um emprego em um colégio de classe média alta onde trabalhei por dois anos, mas certo dia um aluno de 13 anos descobriu as imagens e tudo veio à tona novamente. No dia seguinte, me chamaram para uma reunião e me disseram: você terá condições psicológicas de continuar dando aula? E eu acabei saindo. Em solidariedade, uma amiga também saiu", conta.
A ex-aluna da USP conta que decidiu mudar de ramo quando perdeu o emprego de professora pela segunda vez. A partir daí, se tornou atendente de telemarketing bilíngüe. Para não correr mais riscos, falava ao telefone sob o codinome Melissa. "O salário era metade do que ganhava como professora", diz. Atualmente no quarto emprego, na área administrativa de uma empresa, ela afirma que faz análise terapêutica para se recuperar dos traumas.
Confiança
O drama da ex-professora começou em 2000, quando a mulher e seu então colega de curso começaram a namorar. Os dois mantiveram relacionamento de três anos. Ela diz que as fotos foram feitas em um momento de paixão entre os dois. "Eu amava e confiava nele. Achava que iríamos nos casar", afirmou.
Mas seu parceiro não se conformou com o fim do relacionamento, conta a mulher. "Ele ficou decepcionado, foi embora e ficamos um ano e meio sem nos ver. Fiquei feliz ao saber que ele foi para a Espanha e que havia se casado. Pouco depois ele mandou um recado para minha página. Dizia: 'olha só o que eu fiz'."
A mulher alega que o ex-namorado clonou o perfil dela no Orkut e adicionou as fotos íntimas do casal. O material foi rapidamente copiado para outros endereços e uma das fotos chegou a ser capa de uma revista pornográfica no exterior, segundo ela.
De acordo com a ex-professora, a divulgação das fotos provocou muitos constrangimentos. Os colegas de trabalho e da escola viram as imagens e ela diz que teve de se afastar dos ambientes que construía cada vez que era identificada.
O drama continua porque, segundo ela. Embora os provedores tirem o material do ar, usuários voltam a inserí-lo periodicamente. "Temos de fazer o pedido para retirar as imagens constantemente. A gente se sente impotente diante de uma situação como essa", afirmou o advogado dela.
A ex-aluna da USP conta que uma vez estava no supermercado com a amiga quando encontrou um amigo de infância. Ele disse que viu as fotos dela na internet, o que bastou para ela encerrar a conversa de forma ríspida. "Isso não é coisa para você me dizer", disse para ele.
Ela conta que foi com a sua mãe procurar a Justiça no primeiro dia após a divulgação das fotos. "Eu quis processar porque não queria fazer justiça com as próprias mãos", disse a ex-professora.
A defesa do ex-namorado alega que ele não foi o responsável pela divulgação das fotos. "Todas as provas produzidas, inclusive a prova pericial técnica, não demonstraram a responsabilidade, e a sentença foi calcada em mera presunção de que o réu seria o único possuidor das fotos", disse o advogado do homem. Ele afirma que caberá à mulher comprovar a responsabilidade de seu cliente.
G1
A Microsoft informou nesta quarta-feira (6) que vai fazer demissões de funcionários no Brasil, em "consequência do cenário econômico mundial". Segundo a empresa, que não revela números absolutos, o corte não chega a 5% de sua força de trabalho no país, onde emprega 570 pessoas.
Em nota, a companhia diz que as demissões, classificadas como "um pequeno ajuste", fazem parte do "plano global de redução de custos e aumento de eficiência operacional".
Em janeiro, a Microsoft anunciou a demissão de 5.000 funcionários no mundo, o que representa cerca de 5% de seu quadro de pessoal 1.400 foram mandadas embora na época, mas ontem foi iniciada uma segunda rodada de demissões, que deve atingir cerca de 3.000 pessoas.
A primeira informação, divulgada em janeiro, era de que os cortes não afetariam o Brasil, o que acabou não se concretizando. "Estamos mais próximos, porém não terminamos o plano de eliminar 5.000 postos de trabalho até junho de 2010", afirmou Steve Ballmer, executivo-chefe da empresa, em e-mail aos funcionários.
No primeiro trimestre deste ano, a Microsoft registrou uma queda de 32% de seu lucro líquido trimestral, em um resultado total de US$ 2,98 bilhões. A queda foi acompanhada por um retrocesso em seu volume de negócios, que ficou muito abaixo das expectativas dos analistas. Trata-se da primeira queda registrada em 23 anos.
Folha On Line
A nova loja multimídia e de software que a Nokia vai operar online quer desafiar a bem sucedida App Store, da Apple, a partir de maio.
"Estamos caminhando para a Ovi, para uma estratégia de plataforma", disse Tero Ojanpera, encarregado das operações comunitárias e de entretenimento da Nokia, em entrevista à Reuters durante a conferência de programadores da Nokia, em Mônaco.
A Nokia, que registrou o primeiro prejuízo trimestral anterior aos impostos em sua história no período janeiro-março, está reduzindo os custos anuais de sua principal unidade, a de celulares, em mais de 700 milhões de euros (911 milhões de dólares) a fim de combater a queda na demanda.
Para enfrentar a desaceleração na demanda por celulares, a Nokia está tentando criar novos serviços de Internet móvel, como jogos ou mapas online, mas reduziu seus planos de investimento devido à desaceleração.
A loja da Apple provou a força do mercado para softwares no mundo da telefonia móvel, com um bilhão de aplicativos baixados em menos de um ano."O iPhone e a App Store são ao mesmo tempo grandes sucessos para a Apple como derrotas humilhantes para o restante do setor de telefonia móvel", disse Bengt Nordstrom, presidente-executivo da Northstream, uma consultoria de telecomunicações.
"Vinte anos de esforços das operadoras e fabricantes para criar aplicativos móveis que os usuários apreciem foram superados de primeira por uma empresa que nunca tinha trabalhado com isso", disse Nordstrom.
O mercado da Nokia é potencialmente maior que o da Apple. A empresa calcula que a Ovi atenderá a cerca de 50 milhões de consumidores, quando abrir, enquanto a Apple vendeu 20 milhões de iPhones até agora.
Mas isso não bastará para garantir o sucesso da Nokia. Enquanto centenas de milhões de pessoas utilizam seus celulares todos os dias, a Nokia ainda tem de alcançar o sucesso da Apple em fazer as pessoas pagarem pelos downloads de softwares.
Ao navegar no Google Street View, uma ferramenta do Google Earth, uma britânica levou um susto quanto encontrou o carro do marido estacionado na frente da casa de uma amiga. Furiosa, ela contratou um advogado para se separar, segundo reportagem do tabloide "The Sun".
Segundo o jornal, ela visualizou o Range Rover do marido enquanto utilizava Google Street View para bisbilhotar a casa da amiga. O marido tinha dito para a mulher que estava viajando, mas ela reconheceu o veículo devido às calotas personalizadas.
A ferramenta Street View tem sido alvo de uma série de queixas de pessoas flagradas pelas câmeras desde o seu lançamento, em 20 de março. O polêmico serviço de mapas com fotos de ruas foi lançado em 25 cidades do Reino Unido.
Recentemente, uma imagem de um jovem britânico vomitando em uma rua em Londres provocou protestos entre os internautas ingleses e obrigou a gigante da internet a retirar o arquivo do ar.
De acordo com o "The Sun", o Google tem removido algumas imagens, inclusive uma que mostra um homem saindo de um sex-shop.
Fonte: G1
BARCELONA (Reuters) - A Microsoft informou nesta segunda-feira que fechou acordo com a LG Electronics, sob o qual a terceira maior fabricante de celulares do mundo vai usar Windows na maior parte de seus aparelhos inteligentes.
"A maior parte dos smartphone deles vai usar Windows", disse Andy Lees, diretor da unidade de comunicação sem fio do Windows, em entrevista à Reuters.
A fabricante HTC, de menor porte, é atualmente a maior produtora mundial de aparelhos celulares que usam Windows.
Apesar de Samsung, Motorola e Sony Ericsson venderem celulares com Windows, eles produzem apenas uma pequena proporção de suas ofertas totais.
A Microsoft também aderiu a um crescente número de companhias na indústria que estão lançando ou reformulando lojas online com softwares e serviços que podem ser comprados e baixados diretamente para celulares, como jogos e navegação por satélite.
A companhia também renomeou sua oferta de produtos para aparelhos móveis de Windows Mobile para Windows e lançou um serviço de backup de dados, como contatos e imagens, armazenados em celulares equipados com seu sistema operacional.
A Microsoft, cujo sistema operacional costumava ser o segundo mais popular em celulares inteligentes depois do Symbian, da Nokia, foi superada pela Apple e pela fabricante do BlackBerry, a Research in Motion.
NOVA YORK/LOS ANGELES (Reuters) - O Google cancelará um programa de venda de publicidade em jornais porque não está faturando o suficiente. A decisão representa um revés para os esforços da empresa de expandir sua expertise publicitária a outros meios.
O Google cancelará o programa Print Ads em 28 de fevereiro, anunciou a empresa em seu blog. O serviço, criado dois anos atrás, tinha por objetivo ajudar os jornais a ganhar dinheiro ao convencer anunciantes do Google a expandir suas atividades ao meio impresso.
"Não estávamos causando impacto nos jornais parceiros, como fonte de receita, de modo que decidimos concentrar nossos esforços em como realizar essa missão de maneira rápida e efetiva utilizando ferramentas online", disse Brandon McCormick, porta-voz do Google.
Os clientes do Print Ads que tiverem reservado campanhas podem continuar colocando anúncios até 31 de março, informou o Google em seu blog.
Para a empresa, que construiu sua fenomenal reputação com base em seu domínio dos negócios de publicidade online, encerrar o programa constitui um raro fracasso.
O Google e os jornais estão enfrentando um mercado publicitário desfavorável, exacerbado pela crise financeira mundial. A empresa, uma potência no mercado publicitário que vem expandindo seu alcance enquanto a mídia impressa tradicional perde terreno, anunciou na semana passada a demissão de 100 recrutadores de pessoal e o fechamento de três escritórios de engenharia.
As vendas de publicidade dos jornais em papel foram de 42,2 bilhões de dólares em 2007, ante um pico de 48,7 bilhões de dólares em 2000, de acordo com a Newspaper Association of America.
"Até mesmo uma empresa jornalística pura encontra dificuldades para sobreviver nesse mercado; para o Google, não existem oportunidades materiais de receita em curto prazo", disse Sandeep Aggarwal, analista da Collins Stewart que cobre o grupo.
Um porta-voz do Google não informou quanto dinheiro a empresa e seus parceiros jornalísticos esperavam ganhar com o programa Print Ads.
Um aparelho formado por dois toca-MP3 pode substituir de uma maneira criativa as alianças e também pingentes de coração usados por casais namorados. O eletrônico, ainda um projeto, permite que os usuários armazenem exatamente as mesmas músicas nas duas peças. Quando separadas, elas tocam as mesmas canções, criando assim uma espécie de pacto de fidelidade musical.
“O tocador precisa ser dividido ao meio, para começar a funcionar. Os usuários devem então transferir os arquivos para cada aparelho usando uma mesma lista on-line, que só funciona quando os dois MP3 estão conectados simultaneamente ao programa”, explicou a designer Liberty Fearns, responsável pela criação do projeto Twinned MP3, segundo o site “Yanko”.
O objetivo é fazer com que os tocadores tenham sempre as mesmas músicas armazenadas. “Os usuários vão construindo a trilha sonora de seu relacionamento”, continuou. Ainda não há previsão de comercialização e preço do tocador.
Fonte G1