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O senador Mão Santa (PMDB) afirmou na tarde de hoje que não tem intenção de deixar o PMDB, mesmo tendo recebido convites de outras siglas como o PP, PL, PSC e também da alta cúpula do PSDB para mudar de sigla e tentar uma candidatura a nível nacional.
“O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso me teceu elogios e me convidou para ingressar no PSBD. Ele me convidou e esse convite tem o apoio da alta cúpula do PSDB como o Senador Artur Virgílio, Marconi Perillo e o Tasso Jereissati”, disse o senador.
Segundo Mão Santa, o convite aponta para a possibilidade de uma vaga como candidato a Vice-presidente da República.
Mesmo com o convite feito, o senador piauiense afirmou que não pretende deixar o PMDB: “Eu estou bem no PMDB e não pretendo sair”.
Nos bastidores da Alepi o comentário que se ouve é que os deputados estão sendo que ser arrastados para as sessões da Casa.
Hoje por exemplo o deputado João Madson (PMDB) teve que sair de gabinete em gabinete para avisar sobre a sessão.
Estamos evoluindo né legislativo?
A disputa pela presidência da Câmara pode ganhar novos contornos nos próximos dias. Há hoje, dois candidatos ao posto: Michel Temer (PMDB-SP) e Ciro Nogueira (PP-PI).
Um terceiro deputado cogita, porém, entrar na briga. Chama-se Milton Monti (PR-SP). Está sendo insuflado pelos partidos do chamado bloquinho (PSB, PCdoB e PDT).
Confirmando-se a candidatura de Monti, são grandes as chances de que a eleição interna da Câmara seja definida numa votação em dois turnos.
Um problema para Michel Temer, que trabalha para liquidar a fatura no primeiro turno. Um alento para Ciro Nogueira, que torce para que a briga deslize para o segundo round.
Para tornar-se mandachuva da Câmara, um deputado precisa amealhar no mínimo 257 votos. Quanto maior o número de pretendentes, menores as chances de o placar ser atingido em turno único.
Hoje, dá-se como certo na Casa que, havendo mais de duas candidaturas, Michel Temer terá de medir forças com Ciro Nogueira num segundo turno.
E todos os deputados que se julgam marginalizados na Câmara despejariam seus votos em Ciro, espécie de porta-estandarte dos deputados "excluídos".
A candidatura de Temer lida com uma dicotomia. A aliança PMDB-PT, principal tônico do deputado, pode converter-se em veneno.
Parlamentares do bloquinho –à frente Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e Márcio França (PSB-SP)—alegam que a dobradinha peemedebê-petê exerce na Câmara poderes hegemônicos.
Dizem que as duas maiores legendas ispensam aos partidos menores um tratamento subalterno. Foi assim sob Arlindo Chinaglia (PT-SP). Receiam que continue sendo assim sob Temer.
Daí a conspiração para que Milton Monti entre no jogo. Sabe-se que ele não tem votos para vencer. Mas o que se deseja é atazanar a vida de Temer, facilitando a de Ciro.
Há dois anos, quando foi batido por Arlindo Chinaglia no plenário, Aldo Rebelo tinha Ciro Nogueira como coordenador de campanha.
Agora, é Aldo quem ajuda Ciro. Move-se com a gana de quem deseja dar o troco. Quer ver a canoa de PMDB e PT fazendo água.
Foi essa junção de interesses que, em 2006, fulminou as chances de Aldo de reeleger-se presidente da Câmara.
Afora o suporte do próprio partido e do PT, Temer já conta com o apoio da cúpula do PSDB. O DEM também negocia com ele. Mas não lhe assegurou, ainda, os votos.
Ciro Nogueira dá de ombros para as costuras feitas pelo alto. Prefere comer o mingau pela beiradas, como se diz.
Joga com o fato de que o voto é secreto. Jura que já arrastou para o seu cesto, além da maioria do bloquinho, a quase totalidade do DEM e um bom lote de votos tucanos.
Para complicar, um quarto deputado frequenta os corredores da Câmara com cara de candidato à presidência da Casa: Osmar Serraglio (PR), do mesmo PMDB de Temer.
Fonte Folha on line

A unidade Escolar Petrônio Portela localizada na Bairro Poty Velho foi fechada para passar por uma reforma em maio deste ano, depois de ter sua instalações comprometidas por causa das chuvas que atingiram Teresina no inicio de 2008.
No entanto seis meses depois de ter sido fechada, nenhuma obra foi realizada na escola e para que os alunos não sejam prejudicados com a falta de aulas.
Os pais dos alunos da Unidade Escolar Petrônio Portela reclamam da demora da reforma da escola que ainda não começou.
É um absurdo tanta criança querendo estudar e uma escola fechada e sendo coberta por mato e se acabando por descaso das autoridades.
Que país é esse? ou melhor que Piauí é esse?
Segundo Tererê, “Silvio Mendes daria a volta por cima e colocaria o Piauí no desenvolvimento que o PT não fez”.
O Deputado Estadual Roncalli Paulo (PSDB) confirmou que poderá ser o líder da oposição para os próximos dois anos. Atualmente, é do também tucano Marden Menezes a responsabilidade. Esta mudança é atrelada a modificações feitas na Mesa Diretora da Assembléia Legislativa do Piauí.
A declaração de Roncalli contraria as informações prestadas por Marden Menezes que não confirmou saída nem mesmo os nomes apontados pelo PSDB.
Ontem, um comunicado foi enviado para a Bovespa e para a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) com os detalhes do negócio.
Segundo esse comunicado, a operação "possibilita um novo caminho de crescimento para o BB, como alternativa ao modelo de expansão orgânica, visando defender sua posição competitiva". Expansão orgânica é o nome dado ao crescimento que o banco consegue ter apenas com a expansão natural de suas operações, sem adotar uma estratégia de aquisições de seus concorrentes.
No mês passado, o governo editou uma medida provisória que autoriza bancos públicos a adquirir concorrentes do setor privado. A MP está em vigor, mas ainda não foi votada pelo Congresso. Antes disso, o BB já negociava a compra do BRB (Banco de Brasília) e da Nossa Caixa. Nenhum desses negócios foi fechado ainda.
A aquisição do BEP foi a primeira efetuada pelo BB após o anúncio da fusão entre Itaú e Unibanco, que tirou do banco federal o posto de maior instituição financeira do país. Ainda assim, a compra do BEP não vai afetar a briga pela liderança desse ranking, já que o banco piauiense é de pequeno porte e tem atuação restrita ao seu Estado de origem.
De acordo com o levantamento feito pelo Banco Central a partir de demonstrações financeiras fechadas em junho, o BEP era o 75º maior banco do país, com ativos totais de R$ 330 milhões, valor que equivale a 0,08% dos ativos do BB, que somavam R$ 403,5 bilhões há pouco mais de quatro meses. O grupo que surge com a união de Itaú e Unibanco possuía ativos de R$ 575 bilhões se considerada a posição do final de setembro.
O valor da compra do BEP foi fixado a partir de avaliação feita pelas empresas de auditoria Deloitte Touche Tohmatsu e da Global Auditores Independentes.
A transação vai ser concretizada por meio de uma troca de ações entre os dois bancos. Para ser formalizado, o negócio precisa também do aval dos acionistas de ambas as instituições, que devem se reunir em assembléia para debater o assunto. Como os dois bancos são controlados pelo governo federal, não deve haver obstáculos para que a operação ocorra.
Em 1999, o BEP passou para o controle da União como parte da renegociação da dívida do Piauí com o governo federal. O acordo previa que, para que parte da dívida do Estado fosse abatida, o banco deveria ser privatizado. Foi o que aconteceu com outros Estados que renegociaram suas dívidas durante o governo FHC (1995-2002), como São Paulo, que vendeu o Banespa, e o Rio de Janeiro com o Banerj.
Nos últimos anos, porém, o governo tem optado por transferir o controle de antigos bancos estaduais para o BB. Foi assim, por exemplo, com o Banco do Estado de Santa Catarina, que passou para as mãos do banco federal em setembro por R$ 685 milhões.
Folha de São Paulo
O promotor Ruzvel Lima Verde, do Centro de Apoio e Combate à Corrupção do Ministério Público Estadual disse hoje que muitos prefeitos corruptos não são presos por culpa da Justiça.
Se forem mesmo quebrados os acordos entre o PT e o PMDB, quem pode lucrar é o deputado Ciro Nogueira (PP-PI). Ele é candidato independente à sucessão de Chinaglia, com apoio do baixo clero. Lula já escalou Renan para tentar convencer Nogueira a desistir da disputa. Ele, no entanto, não parece disposto a abrir mão. Na Câmara, Nogueira é comparado a Odorico Paraguaçu, o prefeito da fictícia Sucupira, na novela O Bem- Amado, pois é acostumado com os meandros e as mazelas da política interiorana. Como Odorico, Nogueira costuma ofertar aos seus pares regalos, tais como garrafas de champanhe francês Veuve Clicquot, com um cartão personalizado, na data do aniversário. Também cultiva o hábito de oferecer no final das tardes um lanche em seu gabinete, aparado em toalha de linho rendada. O presidente Lula ofereceu a Nogueira o Ministério das Cidades, já que o deputado tem pretensões de governar o Piauí em 2010. O convite de Lula mexeu um pouco com ele, mas o deputado afirma não estar disposto a abrir mão do parlamento. Agora, o presidente joga as fichas em Renan e Sarney para tentar pacificar o Senado e por tabela a Câmara.
Fonte Revista Isto È
Joe Alcantara novamente empossado prefeito de Esperantina rechaçou as declarações do prefeito afastado que denunciou saques na prefeitura: “Não há nada daquilo, o Felipe Santolia sabe que isso nunca existiu. Nem no gabinete eu passei muito tempo. A única coisa que foi retirada foram os pertences pessoais dele que mandei entregar para a secretária”.
Questionado sobre sua ação uma vez que o prefeito afastado pretende recorrer na justiça do afastamento, o atual prefeito de Esperantina diz estar tranqüilo: “Não vou protocolar nenhuma ação, agora é com a Câmara Municipal que em dez dias deve cassar o mandato do Felipe Santolia”, disse.