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O conselho do Yahoo crê que a proposta não solicitada de US$ 44,6 bilhões feita pela Microsoft "subestima maciçamente o valor" da companhia e estão prontos para rejeitar a oferta, segundo reportagem do "Wall Street Journal" neste sábado (9), citando uma fonte não identificada.
A oferta de US$ 31 por ação realizada pela Microsoft fracassa em contabilizar os riscos de que uma fusão entre a maior fabricante de softwares do mundo e o Yahoo seja rejeitado por órgãos reguladores, relatou o jornal, citando uma "pessoa familiarizada com a situação".
Uma porta-voz do Yahoo rejeitou fazer comentários sobre os procedimentos dos diretores da companhia.
O Google, maior site de buscas do mundo, planeja aumentar sua presença na China se unindo a uma empresa chinesa especializada em dowloads gratuitos de música, informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo "The Wall Street Journal".
Segundo o jornal, que cita fontes envolvidas na negociação, o Google está no estágio final das conversas para efetuar a parceria, que deverá disponibilizar acesso a músicas de três companhias globais, além de canções de alguns selos menores nenhum nome, porém, foi mencionado.
O serviço poderia ser disponibilizado já nas próximas semanas, se não ocorrer nenhum problema, afirma o diário americano.
A decisão da parceria aparece em um momento que o Google luta para aumentar sua presença no mercado do Baidu.com, empresa que domina a área de buscas online na China e também oferece buscas de músicas.
Procurado pela agência de notícias Reuters, o Google não se manifestou sobre o negócio.
O mercado de buscas na China atingiu 946,6 milhões de iuanes (cerca de US$ 131 milhões) no quarto trimestre do ano passado quase o dobro do ano anterior, segundo uma empresa de pesquisa.
O Baidu.com liderou o mercado no período, com 60,1%, segundo a Analysys International. O
Google ficou em segundo, com 25,9%, seguido pelo Yahoo China, com 9,6%.
Imagine ler seu jornal preferido sem sujar as mãos ou carregar sua revista semanal para cima e para baixo e, para obter atualizações, basta conectá-la à internet via Wi-Fi. Esta realidade está mais próxima dos leitores, conta a edição desta segunda-feira do caderno InfoEtc, do jornal O Globo.
Os e-papers, ou papéis eletrônicos, prometem revolucionar a leitura tradicional. Após anos de pesquisas em laboratórios de empresas como LG.Philips, Sony e Epson, entre outras, o e-paper começa a sair da fase embrionária, principalmente na Europa. A mais recente novidade foi anunciada pela Epson semana passada.
Trata-se do papel eletrônico com resolução de 2.048 x 1.536, a maior até agora desenvolvida para este tipo de equipamento. No formato A6 (com 18 centímetros na diagonal) e com 0,47mm de espessura, o papel usa tecnologias Suftla (Surface-Free Technology by Laser Annealing) e tecnologia eletrosforética da empresa E-Ink, que também está presente na fabricação de tablets de outras marcas.
Já a aposta da joint-venture LG.Philips se assemelha a uma "folha" eletrônica de 0,3mm de espessura. A novidade foi apresentada durante a última edição da Consumer Electronics Show (CES), feira de eletrônicos que aconteceu este mês em Las Vegas, EUA. O display de alta resolução (1.280 x 800 e 16,7 milhões de cores), tem o tamanho de uma folha de papel A4 e gerenciamento inteligente de energia - na maior parte desses produtos, a energia só é gasta na mudança de imagens.

A Vision Research, uma empresa norte-americana especializada em câmeras digitais de alta velocidade, anunciou recentemente a câmera mais rápida do mundo. Batizada de Phantom V12, ela é capaz de capturar até 1 milhão de quadros (imagens) por segundo. Câmeras de vídeo convencionais trabalham a 24 ou 30 quadros por segundo.
Na velocidade máxima, a Phantom tem uma resolução de apenas 256x8 pixels, mas é capaz de atingir mais de 6.300 quadros por segundo em resoluções como 1280x800 pixels, já no patamar do vídeo em alta definição.
Para armazenar tantas imagens, a câmera conta com 8, 16 ou 32 GB de memória interna, expansível com o uso de módulos de memória CineMag desenvolvidos pela própria Vision Research. Com um módulo de 256 GB é possível capturar até 256 segundos (pouco mais de quatro minutos) de vídeo a mil quadros por segundo. As imagens podem ser transferidas para um PC e editadas com software que acompanha a câmera.
A Phantom V12 foi projetada para uso em áreas como análise balística, estudo de explosões ou captura de sequências de ação para filmes e documentários, e está disponível em duas versões: a cores e preto-e-branco. O preço só está disponível sob consulta, mas a empresa também fornece o serviço de aluguel das câmeras, se o cliente desejar.