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Luciêne Sampaio
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Segundo Tererê, “Silvio Mendes daria a volta por cima e colocaria o Piauí no desenvolvimento que o PT não fez”.
O Deputado Estadual Roncalli Paulo (PSDB) confirmou que poderá ser o líder da oposição para os próximos dois anos. Atualmente, é do também tucano Marden Menezes a responsabilidade. Esta mudança é atrelada a modificações feitas na Mesa Diretora da Assembléia Legislativa do Piauí.
A declaração de Roncalli contraria as informações prestadas por Marden Menezes que não confirmou saída nem mesmo os nomes apontados pelo PSDB.
Ontem, um comunicado foi enviado para a Bovespa e para a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) com os detalhes do negócio.
Segundo esse comunicado, a operação "possibilita um novo caminho de crescimento para o BB, como alternativa ao modelo de expansão orgânica, visando defender sua posição competitiva". Expansão orgânica é o nome dado ao crescimento que o banco consegue ter apenas com a expansão natural de suas operações, sem adotar uma estratégia de aquisições de seus concorrentes.
No mês passado, o governo editou uma medida provisória que autoriza bancos públicos a adquirir concorrentes do setor privado. A MP está em vigor, mas ainda não foi votada pelo Congresso. Antes disso, o BB já negociava a compra do BRB (Banco de Brasília) e da Nossa Caixa. Nenhum desses negócios foi fechado ainda.
A aquisição do BEP foi a primeira efetuada pelo BB após o anúncio da fusão entre Itaú e Unibanco, que tirou do banco federal o posto de maior instituição financeira do país. Ainda assim, a compra do BEP não vai afetar a briga pela liderança desse ranking, já que o banco piauiense é de pequeno porte e tem atuação restrita ao seu Estado de origem.
De acordo com o levantamento feito pelo Banco Central a partir de demonstrações financeiras fechadas em junho, o BEP era o 75º maior banco do país, com ativos totais de R$ 330 milhões, valor que equivale a 0,08% dos ativos do BB, que somavam R$ 403,5 bilhões há pouco mais de quatro meses. O grupo que surge com a união de Itaú e Unibanco possuía ativos de R$ 575 bilhões se considerada a posição do final de setembro.
O valor da compra do BEP foi fixado a partir de avaliação feita pelas empresas de auditoria Deloitte Touche Tohmatsu e da Global Auditores Independentes.
A transação vai ser concretizada por meio de uma troca de ações entre os dois bancos. Para ser formalizado, o negócio precisa também do aval dos acionistas de ambas as instituições, que devem se reunir em assembléia para debater o assunto. Como os dois bancos são controlados pelo governo federal, não deve haver obstáculos para que a operação ocorra.
Em 1999, o BEP passou para o controle da União como parte da renegociação da dívida do Piauí com o governo federal. O acordo previa que, para que parte da dívida do Estado fosse abatida, o banco deveria ser privatizado. Foi o que aconteceu com outros Estados que renegociaram suas dívidas durante o governo FHC (1995-2002), como São Paulo, que vendeu o Banespa, e o Rio de Janeiro com o Banerj.
Nos últimos anos, porém, o governo tem optado por transferir o controle de antigos bancos estaduais para o BB. Foi assim, por exemplo, com o Banco do Estado de Santa Catarina, que passou para as mãos do banco federal em setembro por R$ 685 milhões.
Folha de São Paulo
O promotor Ruzvel Lima Verde, do Centro de Apoio e Combate à Corrupção do Ministério Público Estadual disse hoje que muitos prefeitos corruptos não são presos por culpa da Justiça.
Se forem mesmo quebrados os acordos entre o PT e o PMDB, quem pode lucrar é o deputado Ciro Nogueira (PP-PI). Ele é candidato independente à sucessão de Chinaglia, com apoio do baixo clero. Lula já escalou Renan para tentar convencer Nogueira a desistir da disputa. Ele, no entanto, não parece disposto a abrir mão. Na Câmara, Nogueira é comparado a Odorico Paraguaçu, o prefeito da fictícia Sucupira, na novela O Bem- Amado, pois é acostumado com os meandros e as mazelas da política interiorana. Como Odorico, Nogueira costuma ofertar aos seus pares regalos, tais como garrafas de champanhe francês Veuve Clicquot, com um cartão personalizado, na data do aniversário. Também cultiva o hábito de oferecer no final das tardes um lanche em seu gabinete, aparado em toalha de linho rendada. O presidente Lula ofereceu a Nogueira o Ministério das Cidades, já que o deputado tem pretensões de governar o Piauí em 2010. O convite de Lula mexeu um pouco com ele, mas o deputado afirma não estar disposto a abrir mão do parlamento. Agora, o presidente joga as fichas em Renan e Sarney para tentar pacificar o Senado e por tabela a Câmara.
Fonte Revista Isto È
Joe Alcantara novamente empossado prefeito de Esperantina rechaçou as declarações do prefeito afastado que denunciou saques na prefeitura: “Não há nada daquilo, o Felipe Santolia sabe que isso nunca existiu. Nem no gabinete eu passei muito tempo. A única coisa que foi retirada foram os pertences pessoais dele que mandei entregar para a secretária”.
Questionado sobre sua ação uma vez que o prefeito afastado pretende recorrer na justiça do afastamento, o atual prefeito de Esperantina diz estar tranqüilo: “Não vou protocolar nenhuma ação, agora é com a Câmara Municipal que em dez dias deve cassar o mandato do Felipe Santolia”, disse.
Na pesquisa, que foi publicada em um jornal de grande circulação da capital apontou os vereadores mais bem avaliados que , pela ordem, são os seguintes: Jose Ferreira (PSDB), Tereza Britto (PV), R. Silva (PP), Jacinto Teles (PT) , Sebim (PSDB), Inácio Carvalho (PMDB), João Cláudio (PCdoB), Valdinar Pereira (PP), Elizeu Aguiar (PTB), Fernando Said (PSDB), Joninha (PSDB), Odaly Medeiros (PT), Olésio Coutinho (PTB), Francisco Nogueira (PSDB), Paulo Dantas (PSDB) e Urbano Eulálio (PSDB).
Com exceção do vereador João Cláudio que não se candidatou a reeleição, a casa renovou em 60% os componentes do legislativo municipal e contrariou a avaliação aferida pela pesquisa.
Dos 16 vereadores mais bem avaliados, apontados na pesquisa, apenas cinco alcançaram a reeleição: o ex-presidente da casa e pretenso candidato a vaga José Ferreira, Tereza Britto, R. Silva, Joninha e Urbano Eulálio.
A pergunta que se faz: Por mais que sejam apenas suposições, até onde vai a credibilidade das pesquisas eleitorais??

Vivemos hoje em uma sociedade marcada, em sua maioria, pelas desigualdades. Fato que ocorre em virtude da má distribuição da nossa renda. Mas em nosso meio também existe um oásis, um lugar onde praticamente não existe divisão por classes sociais, mas sim por talento. É o futebol.
Amado por toda a nação brasileira, o futebol constitue-se assim, em uma das poucas representações da nossa sociedade onde pouco importa de onde você veio, sua formação, ideologia, raça. No mundo dos gramados o seu sucesso só depende de você. Claro que a questão dos empresários, que se apossam dos passes dos futuros talentos do país, é um ponto que precisa ser repensado, mas se o jogador tem talento, certamente fará sucesso.
O grande jogador logo irá para a seleção e será reconhecido em todo o mundo. Ninguém vai perguntar pelo seu diploma.
Nos campos, é certamente um dos locais onde a Democracia é mais bem utilizada e respeitada. O negro de pernas tortas é tão aclamado quanto o branco de olho azul.
Pode ser o graduado(o que é raro), pode ser o analfabeto. Não importa se veio do interior ou se nasceu em berço de ouro. Dentro das quatro linhas nada disso importa. Todos se nivelam. E hipinotizados pelo gira da bola na grama verde, a esperança de cada um se eqüivale.
Desta forma, o futebol vai cumprindo sua missão: não só alegrar seus fãs, mas acima de tudo, proporcionar igualdade entre todos.
As desigualdades que nos cercam, aqui, não encontram lugar. Quem pratica o esporte, creio, sente-se mais cidadãos.
Daniel Silva
Ele não é mais o mesmo. Submetido a cada dia à sua condenação e extinção, ele parece não ter mais força para lutar. Em junho, dia 5, é seu aniversário, mas não tem muito o que comemorar.
Como presente, ganha sempre alguns minutos de atenção na mídia, mesmo assim, em seu semblante se percebe toda a agonia de quem está quase morrendo.
Subordinados ao capitalismo selvagem, a cada dia sugamos mais dele e pouco pensamos no seu futuro e da espécie humana. É triste, pois sem dúvidas, é uma das coisa mais importantes que temos.
Ele está ao nosso redor com sua calmaria. Só quer um pouco de atenção. Mas parece que é pedir muito a nós.
Não ligamos pra sua conservação, logo ele que é responsável diretamente por nossa existência.
Em MEIO a tudo isso, vivemos em um AMBIENTE de faz de conta. Talvez quando o perdermos, se não formos junto com ele, começaremos a contemplá-lo. Aí será muito tarde.
Daniel Silva