Campo Maior
São Julião- PI
Vila Nova Piauí
Fortaleza-Ceará
São Francisco do Piauí
José de Freitas
São Francisco de Assis
Bom Princípio
Alegrete do Piauí
Alto Longá
Luís Correia
Oeiras
A competição para os motorizados da Regularidade terá em média 710 Km. Para as bikes, 270 Km e para o VeloCerapió, o percurso terá cerca de 440 Km. O ponto de partida será em Fortaleza, nos dias 25 e 26 de janeiro, com vistorias, briefing e largada promocional. A largada oficial será no dia 27, do trecho Caucaia (litoral cearense) a Trairi. No dia 28, Trairi a Ubajara, para os inscritos na Regularidade, e de Trairi a Itapipoca, ainda no Ceará, para o Velo e para as Bikes. No dia 29, o roteiro será Ubajara a Camocim para a Regularidade; Tianguá a Granja, para o Velo; e Tianguá a Viçosa, para as Bikes. No dia 30, quarto e último da competição, os motores arrancam de Camocim (CE) a Parnaíba (PI) para a Regularidade; para o Velo, a etapa será Camocim (CE) a Luís Correia (PI) e para as Bikes será Parnaíba/Ilha Grande/Luís Correia, totalmente em solo piauiense. A premiação ocorrerá em Parnaíba, no Piauí.
As inscrições podem ser feitas na Radical Produções, por meio do site www.cerapio.com.br e as informações podem ser obtidas pelo telefone (86) 3231-9010.
No último domingo dia (31) ocorreu na Escola Luzardo Viana no município de Caucaia (região metropolitana de Fortaleza), as finais do Campeonato Cearense de Handebol, realizado pela Liga Cearense de Handebol. Nesse dia houve 4 finais, duas pela categoria cadete (até 16 anos) e outras duas pela categoria juniores (até 21 anos).
O esporte quase não tem adeptos no estado do Ceará, mas já começou a se popularizar em todas as regiões do estado. O campeonato contou com a presença de vários municípios.
Veja as fotos no site: www.ligacearensedehandebol.blogspot.com
Lá vou eu: O Handebol vem crescendo muito no estado do Ceará, isso é incontestavel, mas não podemos fechar os olhos, o futebol, futsal e volei continuam sendo os favoritos. O Handebol vem logo em seguida, já chegando muitas vezes a substituir o volei em várias escolas.
Informo aos demais leitores que trabalho em cima de dados e pesquisas, como jornalista tenho que ter uma posição neutra diante dos fatos. A mesma matéria publicada aqui nessa coluna está disponível na Globo.com, lógico a mesma passou por uma seleção e edição de profissionais da Central Globo de Jornalismo.
Sou grato desde já pela compreensão de todos.
Kárison Mesquita - COLUNISTA (TV Canal 13)
Hoje teremos o prazer de entrevistar o Mestre em Sociologia, pela Universidade Federal do Ceará, Profº Radamés de Mesquita Rogério.
Há algum tempo um caso chocou o país, um vídeo que caiu na rede de computadores mostrava crianças de uma cidade do interior do Rio Grande do Sul (RS) fazendo sexo.
TV Canal 13: – O que se pode pensar sobre sexo, sociologicamente falando?
Ms Radamés: – O sexo deve ser pensado de forma mais geral, ele é parte de um processo entre as relações sociais passando pela afetividade, muitas vezes as pessoas esquecem um pouco disso.
Existem processos formadores das afetividades, essas afetividades que se manifestam na relação entre pai e filho, entre amigos e a afetividade de marido e mulher. O sexo é uma atividade, uma ação humana muito complexa, na medida em que é um dos fatores dos processos de afetividades, há também implicações em relação à reprodutividade, quer dizer, fatores biológicos, fatores afetivos, e fatores de ordem cultural, daí já têm a questão de comportamentos, costumes, o sexo também mexe na questão de ordem religiosa.
TV Canal 13: – O que a sociologia pensa sobre o tema “Sexo cada vez mais cedo”?
Ms Radamés: – Em relação ao fato do sexo está acontecendo cada vez mais cedo, vários são os fatores, nós podemos pensar no ponto de vista sociológico, o primeiro seria o processo dos costumes, a diminuição da infância, que entre os séculos XVIII e XIX, as crianças eram consideradas um adulto pequeno, que não tinham tamanho, nem muita força, mas já poderia trabalhar.
A partir de uma nova configuração da família, uma nova configuração do que é ser criança e de estudos que vieram mostrar a importância da infância, notou-se que é nessa fase da vida que os principais processos sócio–psicológicos são formados, essa coisa “O que é esse individuo vai ser no futuro?”, as normas, os princípios, todos eles são absorvidos na infância, então passou-se a ter um olhar maior para a infância, parece que quando pensamos na questão do sexo juvenil, esse sexo cada vez mais cedo, estamos voltando um pouco para uma diminuição da infância, quer dizer, um momento retrógrado de diminuição da infância.
A criança não deve está pensando em sexo, a criança não deve praticar sexo, ela deve ser criança, brincar, se desenvolver, estudar, se relacionar. O sexo é uma relação, que conforme disse no começo, traz vários processos ao seu redor, como a religiosidade, a cultura, esses costumes, a criança não está preparada para viver essa afetividade, esse nível de afetividade que traz a questão da intimidade, então esse sexo cada vez mais cedo, é problemático na medida em que traz uma nova forma de afetividade.
Falando especificamente do caso que aconteceu no interior do RS, se percebe a partir dos relatos dos vídeos, que não existia nenhuma relação de intimidade entre os indivíduos, ou seja, eles não sabiam o que estavam fazendo, enquanto sexo, como um pratica que lida com o toque, com a intimidade, com a afetividade, eles apenas reproduziram a ação que eles conheceram através de vídeos, através de fotos, em um processo de antecipação de uma ação que deveria vir com um pouco mais de maturidade.
TV Canal 13: – Sobre a parte de educação, tem como trabalhar isso em escola ou é melhor deixar os pais terem essa responsabilidade de informar?
Ms Radamés: – Deve ser trabalhado em ambas as partes, a sexualidade está no contexto geral da sociabilidade dos indivíduos, das relações, dos processos dos quais nós individualmente temos que ter um desenvolvimento da nossa afetividade; O que é gostar? O que é ter carinho? O que é receber o carinho? O que é amar? O que é ser amado? Quer dizer, é necessário que com o tempo, com a maturidade os indivíduos desenvolvam essas noções que vêm através de experiências, então é um papel tanto da escola, como um papel da família, ambos tem esse responsabilidade de formação dessa experiência afetividade, dessa experiência da emoção, de saber amar, de saber ser amado, de saber tocar e ser tocado, é um papel social da escola fazê-lo, o que infelizmente não tem acontecido.
Infelizmente as escolas não estão preparadas e não se preparam para isso, esse é o verdadeiro problema. A família também tem um papel primordial, mas temos que pensar o seguinte, existem muitos casais que tem filhos, mas que tem uma formação educacional fragilizada, de repente não sabem lhe dar com o assunto, não tem esse nível de desenvolvimento, de maturidade, então mais um vez a importância da escola, ora a escola não é um ambiente onde temos profissionais teoricamente capacitados, que estudaram e discutiram aquele assunto? Então se de repente há essa falha em casa mais uma vez a escola deveria suprir essa carência, mas temos que ter cuidado com os argumentos contrários, só a escola também não resolvi, se a escola te ensina a fazer aquilo e em casa pelo exemplo você é ensinado a fazer o contrario, a coisa não caminha muito bem. Então é um papel da escola enquanto essa grande instituição especializada educar melhor, socialmente falando, mas também é papel da família.
Podemos ter o seguinte exemplo, se o filho ver seu pai carinhoso com a mãe e sua mãe carinhosa com o pai, provavelmente vai passar para os filhos esse processo de afetividade, mas o grande problema é que os pais têm medo, e eu como pai, posso falar isso, ocorre o medo dos pais serem os responsáveis em despertar a curiosidade da criança em relação ao sexo, muitos pais pensam: “- Eu ser responsável, por tirar meu filho da ingenuidade, ele não tinha nem pensado nisso, e eu fui inventar de conversar sobre isso!”, quer dizer eu despertei esse interesse, mas quando temos esse medo, os pais agem da seguinte forma: “– Então não vou me envolver”, esse medo existe e realmente é fundamentado, mas invés de se retirar de cena, os pais devem pensar cada vez mais sobre esse assunto, e ver a melhor estratégia , para inserir isso na vida da criança, pois se o pai não fizer isso, ele está se retirando do seu papel primordial de formador de seu próprio filho.
TV Canal 13: – Voltando para o lado mais particular que ocorreu no interior do RS. Por que houve a exclusão social das crianças?
Ms Radamés: – Houve um processo no qual a sociedade tendeu a punir as infrações individuais, há um potencialização desse processo na medida em que essa infração diz respeito aos costumes e aspectos de ordem moral.
É incrível que se nós analisarmos a nossa cultura e os últimos acontecimentos, quando esses processos são de ordem financeira, o próprio processo de corrupção, a reação não é na mesma medida, da reação quando trata-se de infrações de ordem moral, então nesse caso houve uma infração de ordem moral, trata-se de uma situação na qual aquilo o costume que deveria ser seguido foi desrespeitada. As pessoas se sentiram ofendidas do ponto de vista das quebras dessa norma. Além disso, as pessoas temem a contaminação e essa é uma grande questão, acredito que os pais mais temiam é que de repente seus filhos se espelhassem naquela situação: “- Olha que legal, os garotos fazendo sexo, eu vou fazer também!”, então essa restrição em relação a pessoas que infringiram essa regra corresponde a essas duas questões. A primeira corresponde os fatos que as pessoas estão demonstrando que foi infringida uma regra e a segunda as pessoas temem o processo de contaminação “- Meu filho vai se espelhar nisso? Então tenho que demonstrar que eu discordo disso que isso é uma coisa inaceitável”, daí as pessoas perdem a noção das coisas e agem como agiram, de forma bastante exemplar apedrejando a casa da família da menina, fazendo ameaças, colocando papeis por baixo da porta.
TV Canal 13: Sobre a menina, a mesma saiu da cidade, mas os meninos não, você acha que houve influência sociológica pelo fato do lado feminino ser mais frágil?
Ms Radamés: – Existe um processo de papeis sócias, uma conformação de papeis, pois é papel social do homem seduzir, e é papel social da mulher aceitar ou não essa sedução. No fim das contas é tido como uma idéia, um principio de nossos costumes, de uma sociedade marcada pelo machismo de que o ato sexual ocorre por um processo no qual o homem (o sedutor) convenceu a mulher (a seduzida) a fazer o sexo. O resultado disso é que o sexo de certa medida só irá acontecer se a mulher permitir, inclusive há um processo de inversão na idéia de que “- Ah, o sexo só acontece se nos mulheres quisermos”, elas acham que isso é um processo satisfatório, mas não é, é apenas ratificação do machismo, pois o princípio é o mesmo, quer dizer: “- O homem seduz mas só vai acontecer se eu quiser”, isso é totalmente machista e de certa medida a questão da menina ter sido expulsa, passa por isso. Ora ela é a mulher, caberia a mesma ter evitado isso, embora ela estivesse em menor número, então isso passa pela questão do papel social da mulher, ela como mulher dará a resposta, ela decidi se vai ou não ter relação sexual, e isso não vem apenas para menina, mas também para família: “- Puxa vida, minha filha fez isso?”, o processo de envergonhamento, os pais se sentiram envergonhados, não suportaram realmente está no mesmo ambiente em que as pessoas ficariam olhando, agiram em conformidade do processo machista, mas também no processo da proteção da intimidade familiar, logo em proteção da menina, que certamente iria sofre uma série infinita de restrições por parte das outras pessoas, a família procurou primeiro fugir do processo de envergonhamento e segundo de se proteger dos falatórios.
Por Kárison Mesquita
Meu coração é pequeno.
Tão pequeno que hoje minhas dores não cabem nele.
Por esse motivo choro, grito, me desespero.
Por esse motivo viajo no mundo imaginário das palavras.
No mundo que afaga a perda irreparável de minha vida.
Vida que às vezes me faz parar, pensando que perdeu seu sentido.
Fecho os olhos e tento esquecer as coisas ruins.
Tento esquecer tudo o que passou.
Seria mesmo passado?
Ou seria apenas um pesadelo?
Tento acordar, mas não consigo.
Então caiu em mim, e vejo que tudo é real.
Mistérios que a vida nos dá, e que não conseguimos desvendar.
Vejo que meu coração pode crescer, pode se recuperar.
Entre a água e o fogo, o ar e o vento.
Acabo vendo que tudo se encaixa.
Que estou vivendo no presente.
Onde você já esteve.
Onde você deveria está.
Onde você sempre estará em nossas memórias.

Luto Eterno (Patty)
Por: Kárison Mesquita


Pela primeira vez após ser construido o açude Castanhão chega perto de atingir sua capacidade total, atualmente está com 96% da capacidade total. Quatro comportas estão abertas, com vazão de 800 metros cúbicos por segundo. Todo esse cuidado é para evitar que a região de Jaguaribana sofra inundações.
Ontem choveu em 99 municípios do Ceará, segundo a Funceme a maior chuva foi em Camocim, com 45mm, a previsão da Funceme é de chuva em todas as regiões do estado nas próximas 24 horas.
Na tarde dessa última quarta-feira (15) ocorreu um assalto ao carro forte que estava prestando serviço para o Banco Real. O assalto ocorreu na Av. Bezerra de Menes por volta das 17 horas.
Daqui instantes o estado do Ceará terá a sua primeira transmissão digital. O Sistema Verdes Mares de Comunicação, pela TV Verdes Mares (filiada a Globo no estado do Ceará), saiu na frente das transmissões em alta definição.
O Ministério das Comunicações se surpreendeu, pois o estado se antecipou em 2 anos, segundo informações preliminares o estado só teria esse tipo de transmissão em 2011.
Os primeiros sinais serão testados no canal 33.
Na última quinta-feira (7) o trânsito ficou lento na Avenida 13 de maio, vários estudantes distribuíram panfletos. A concentração maior ficou nas proximidades do Cefet, todos protestavam contra o aumento da passagem dos ônibus. Os alunos que tomaram a frente do protesto afirmam que milhares de estudantes serão prejudicados.
Após algumas horas de protesto na Avenida 13 de maio, os estudantes foram em passeata rumo ao gabinete da prefeita de Fortaleza. A passagem de ônibus da capital cearense é a mais barata do Brasil, e há 4 anos não ocorre o reajuste.
Ao chegar próximo ao gabinete da prefeita, começou um grande tumulto, a guarda municipal teve que utilizar spray de pimenta.O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, confirmou no início da noite desta quinta-feira (7) que há quatro casos de influenza A no Brasil. São os primeiros registros confirmados da nova gripe no país.
Os quatro casos confirmados são de brasileiros adultos jovens –todos teriam contraído a doença no exterior. Dois casos são de São Paulo, um do Rio de Janeiro e outro de Minas Gerais.
Três dos casos confirmados são de pessoas que estiveram recentemente no México; o outro, é de uma pessoa que esteve no Estados Unidos. Temporão disse que todos passam bem.
Um dos casos de São Paulo é de um jovem que esteve no México entre os dias 17 e 22 de abril e manifestou os sintomas da nova gripe no dia 24. Segundo Temporão, ele ficou internado entre 29 de abril e 4 de maio e não corre mais o risco de infectar outras pessoas, pois já passou o maior período de transmissibilidade do vírus, que é de dez dias.
O outro caso de São Paulo é de um paciente que chegou da Flórida, nos Estados Unidos, no dia 28 de abril. Começou a manifestar os sintomas no dia seguinte, mas não foi internado porque, de acordo com a OMS, a Flórida não era considerada área afetada pelo influenza A. Mesmo assim, após a suspeita, ele foi mantido em isolamento domiciliar e, segundo o ministério, nenhum de seus familiares manifestou sintomas da doença.
O caso confirmado de Minas Gerais é de um paciente que esteve no México entre 22 e 27 de abril e manifestou os sintomas ainda no exterior, no dia 26. Segundo o ministro, ele foi internado tão logo desembarcou no Brasil e permaneceu em isolamento domiciliar até 6 de maio. Também não corre o risco de infectar outras pessoas.
Já o quarto confirmado é um paciente do Rio de Janeiro que esteve no México e retornou ao Brasil no dia 3 de maio. Ele apresentou os sintomas ainda no exterior, no dia 2, e está internado desde o dia 5. Esse está em uma fase da doença em que ainda pode transmitir o vírus.
Questionado se há a necessidade do uso de máscaras após a confirmação dos primeiros casos no país, Temporão descartou a hipótese. "Não existe o menor sentido, se o vírus não está circulando. É momento de confiar nas autoridades, na saúde pública brasileira", afirmou.
Segundo ele, o Brasil está preparado para tratar até 12,5 mil pacientes e tem condições de produzir medicamento para o tratamento de até 9 milhões de pessoas, caso necessário.
Fonte: www.g1.com.br