Pesquisa:
Local:

PI: Expectativa de vida ao nascer do piauiense cresce 6 anos

Entre 1991 e 2007, a expectativa de vida ao nascer do piauiense teve um saldo de 6,16 anos. Ela passou de 62,48 para 68,94 anos. As mulheres tiveram um ganho maior nesta proporção com um aumento de 6,12 anos, enquanto os homens tiveram um aumento de 5,42 anos. Em relação à mortalidade infantil, o Estado registrou uma queda de 54,44% no mesmo período. O índice de mortalidade no Piauí, caiu de 61,9 por mil para 28,20 por mil. A projeção para 2015 é que este índice esteja em 20,70 por mil, alcançando com isto um declínio de 26,60%.

Já a mortalidade masculina na faixa etária de 15 a 24 anos, aumento 46,87%, passando de 1,99 para 2,93. Ao longo destes 16 anos, a mortalidade infantil reduziu-se em todas as Unidades da Federação, e a esperança de vida aumentou em todas as idades, especialmente ao nascer. Porém, a morte prematura dos jovens é um índice ruim para o país.

Entre 1991 e 2007, a expectativa ao nascer da população do Brasil aumentou 5 anos, 6 meses e 26 dias, e a taxa de mortalidade infantil (óbitos de menores de 1 ano de idade por cada mil nascidos vivos) declinou: de 45,19 ‰, em 1991,para 24,32 ‰, em 2007.

No mesmo período, a relação entre a mortalidade de homens e mulheres com idades entre 20 a 24 anos, passou de 3,34 em 1991, para 4,20 em 2007, e continua sendo mais elevada no Sudeste. Se as mortes por causas externas, particularmente as violentas, entre a população jovem masculina não tivessem sua atual dimensão, a esperança de vida dos brasileiros poderia ser mais elevada em cerca de 2 anos.

Entre 1991 e 2007, a população do país ganhou 5,57 em sua expectativa de vida ao nascer, ao passar de 67,00 anos, em 1991, para 72,57 anos, em 2007. Em 2006, a esperança de vida para o Brasil era de 72,28 anos e cresceu, portanto, 3 meses e 14 dias no transcurso de 1 ano. O diferencial por sexo que, em 1991, era de 7,70 anos, experimentou um discreto declínio, passando para 7,62 anos, em 2007.

Os mais expressivos diferenciais por sexo são encontrados nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, certamente fruto da combinação de efeitos como a maior longevidade feminina e as mortes por causas externas entre a população masculina jovem. Desde 1999, o IBGE divulga, anualmente, a tábua completa de mortalidade da população brasileira, em cumprimento ao disposto no Artigo 2º do Decreto Presidencial n° 3.266 de 29/11/1999. Os dados da Tábua de Vida são utilizados pelo Ministério da Previdência Social no cálculo do fator previdenciário das aposentadorias das pessoas regidas pelo Regime Geral da Previdência Social.

No Brasil, no grupo etário de 20 a 24 anos, a sobremortalidade masculina passou de 3,34, em 1991, para 4,20, em 2007. Assim, a chance de um homem falecer com idade entre 20 e 24 anos era quatro vezes maior que a de uma mulher no mesmo grupo etário.
Se as mortes violentas, não tivessem adquirido tamanha dimensão, a esperança de vida ao nascer de um brasileiro poderia ser superior em 2 ou 3 anos.

Diáario do Povo
02/12/2008 08:41h
Leia mais sobre:Maranhão



Verdes Campos Sat
Enquete O você achou do novo secretariado do prefeito de Teresina Silvio Mendes?
Atenção: o resultado desta enquete não tem valor de amostragem científica e se refere apenas a um grupo de internautas que acessam o TV Canal 13.


.

Avenida Nossa Senhora de Fátima, 195 – Bairro, Jockey Teresina - PI. Fone: 86 3233-6300 - Coordenação: Danielle Sá